Um grupo de cientistas acharam o meio de abrir um portal para outra dimensão. Organizaram um grupo que iria aquele universo paralelo para conhecê-lo. Um grupo de soldados e alguns cientistas.
Ao passarem pelo portal, chegam no outro mundo em um lugar muito semelhante a uma floresta e começam a andar para explorar. Aparentemente não havia vida animal ali, apenas plantas. Certo momento, resolveram acampar e um deles que incumbido de achar madeira saiu em busca da alguns pedaços para a fogueira.
Depois de uma certa distância e algum tempo já caminhando, ele houve um barulho e fica atento. Derrepente uma tromba aparece do nada e gruda na frente de sua calça, em cima do pacote e começa a sugar tabaco. Instintivamente ele bate naquele tentáculo com sua arma afim de remover aquilo. O tentáculo o solta e desaparece. Na seqüencia, outros aparecem, um se enrola na sua cintura, outro prende sua mão e em seguida, um outro gruda novamente na frente de sua calça, repetindo o que fez na vez anterior. O soldado sente uma certa pressão na região, como se aquilo estivesse tentando sugar o que tinha ali.
Ele tenta usar sua mão para remover o tentáculo, mas quanto mais ele tentava remover aquilo da frente de sua calça mais aquilo engolia o volume da sua mala. E o curioso, é que aquilo havia grudado bem onde estava o seu pau, mesmo que por cima da calça.
Podia sentir sua mala inteira sendo comprimida e tragada por aquela coisa que parecia estar chupando sua calça com muita força como se fosse um animal que não come a dias. Derrepente, começou a sentir um mau estar, como se suas forças estivessem se esvaindo. Ficou lutando com aquilo por algum tempo, enquanto a criatura continuava a fazer aquilo, embora não estivesse claro o que era.
Enquanto isso, o restante da equipe sentindo falta do companheiro, enviam um 2° homem para procurá-lo, um jovem de boa aparência e bom volume. Segue os rastros do desaparecido e chegando próximo ao local, é surpreendido também. Uma criatura se coloca diante dele. Paralisado pelo encontro inesperado com o desconhecido ele é atacado pelo tentáculo sanguessuga da criatura, que se fixa na frente de sua calça, exatamente em cima de seu pacote e começa a chupar tabaco dali. Um outro tentáculo se enrosca na sua cintura e outro no braço que segurava a arma o impedindo de usá-la antes mesmo de tentar.
Dentro daquela espécie de boca que grudara em seu pacote, ele sentia seu zíper sendo aberto e algo entrando e envolvendo o volume de sua cueca. Aquilo começou a chupar a sua mala mesmo por cima da cueca, iniciando uma sucção, como se fosse um bezerro mamando e se alimentando. Olhou para aquele tentáculo que a criatura usou para se conectar à sua calça e percebeu que ele estava se contraindo. Um grande volume se formou na extremidade fixada em sua calça e foi contraido pela tromba até chegar à criatura que praticamente engoliu o que acabara de chegar. Em seguida um outro volume se formou e também foi sugado por ela, de modo que várias ondas começaram a sair da calça do soldado em direção a criatura, como se fosse uma mangueira sugando alguma coisa.
Toda vez que um volume daquele se formava, ele sentia aquela sucção em sua mala aumentar e um certo desconforto. Podia-se ver aquela tromba se enchendo com alguma coisa e contraindo volume após volume para a criatura que parecia estar se fartando com aquilo.
Em alguns instantes ele começou a sentir uma sensação estranha, um leve cansaço e lhe veio a impressão de que a criatura estava lhe sugando. E ele estava certo, de fato a criatura estava se alimentando dele. Usava aquela tromba para poder absorver as essências de que necessitava de suas vítimas.
Ele tentava se soltar com a ajuda da mão que lhe restara, mas não conseguia pois os tentáculos eram muito fortes. A criatura não encontrava dificuldades para continuar mamando aquela cueca bem recheada, pois apenas com uma mão o jovem não conseguia se libertar. Ele era bem dotado e possuia um sacão, ou seja, um prato cheio para o monstro, que se fartava em tudo aquilo.
A muito tempo que aquela criatura não se alimentava e sugar aqueles 2 homens estava sendo saciador. Ela já havia consumido o soldado anterior completamente e agora lhe apareceu este que parecia ter muita coisa para drenar. Estava sendo uma ótima refeição.
Por mais esforço que fizesse, não conseguia se soltar. E ele já havia percebido que aquela tromba grudada ali na frente da sua calça estava absorvendo alguma coisa do seu corpo, pois se sentia mais fraco a cada sugada.
_Mas que droga, essa coisa parece estar se alimentando de mim. E essa tromba grudada na minha cueca, deve ser uma extensão da boca da criatura e eu sinto que está sugando o meu tabaco e as minhas bolas. Merda, hur...
O soldado se contraía muito, pois estava sendo literalmente consumido.
Enquanto isso o tentáculo drenava mais e mais aquele belo exemplar de macho. Aquele tentáculo chupava muito a cueca dele, mamando realmente como se fosse um bezerro morto de fome grudado ali, sugando vorazmente tudo o que conseguir. O recheio da cueca chegava a se comprimir te tanto ser apalpado e chupinhado pelas tragadas daquela espécie de boca.
Era como se a criatura estivesse interessada somente naquilo que o torna homem, na sua masculinidade propriamente dita. Prova disto era o que estava acontecendo, era como se aquela tromba estivesse ordenhando a mala dele, bem onde estavam o tabaco e o saco, sugando alguma coisa dali e que provavelmente era algo ligado a masculinidade dele, caso contrário não o sugaria justamente ali.
O rapaz já estava exausto, quase sem forças, nem lutava mais. Mas a criatura ainda estava grudada nele, sinal de que ainda tinha o que retirar dali.
Era visível o que aquele tentáculo estava fazendo, com volumes e mais volumes saindo da abertura na calça por onde a tromba se infiltrara para ter acesso a parte frontal da cueca do rapaz. Parecia uma mangueira transferindo alguma coisa do jovem para a criatura.
A criatura o ficou chupando mais um tempo até drenar todas as suas forças. Chupou aquele macho até a última gota. Não restando mais o que absorver dele o largou e desapareceu na mata.
Este blog apresenta conteúdo gay. Se você não curte é aconselhável que não prossiga para não se sentir ofendido.
Páginas
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
A CHUPATRIZ
Paralelamente ao nosso mundo, existem várias outras realidades alternativas, onde humanos vivem em harmonia até mais abundante do que a nossa, e outras onde rumos diferentes foram tomados pela humanidade, rumos estes que podem até nos serem aterradores.
Certa noite numa instalação do exército que hospedava uma pesquisa secreta, 2 soldados se dirigiam à uma base militar. No caminho eles conversavam sobre trivialidades como a tempo não se aliviavam, e que com os sacos cheios, o tesão estava a mil.
Chegando ao local, se infiltram visando descobrir informações que pudessem dar algum esclarecimento a respeito do desaparecimento de um colega. Algo a ver com o exército usando cobaias humanas. Após passarem por alguns estágios da segurança, conseguem chegar a um computador onde puderam ler alguns fragmentos de um relatório de um cientista que diziam:
“Após muitas tentativas fracassadas, enfim conseguimos abrir a porta. Dentre muitas coisas que se apresentaram diante de nós, confesso que a mais extraordinária tenha sido os nossos irmãos-habitantes, que embora pareçam conosco em diversos fatores, apresentam um mecanismo de alimentação diferente do nosso, aparentemente por razões relacionadas a alguma doença catastrófica que em algum momento se deu naquele mundo”
“Por algum motivo, as habitantes parecem raquíticas, digo as habitantes, pois os irmãos-habitantes se parecem quase inteiramente com mulheres, mas nenhuma forma de vida similar a masculina foi encontrada até o momento”
“Por razões ainda não reveladas pela superintendência cientifica, somente cientistas e doutores do sexo feminino podem ter contato direto com os seres que intrigantemente, parecem compreender nosso idioma.”
“Estudos com um irmão-habitante revela uma verdade sobre nós humanos. Parece haver no organismo masculino uma essência ou substância exclusiva e desconhecida que se propõe a explicar o motivo pelo qual os homens possuem força, vigor, energia e vitalidade superior a da mulher.”
No meio da leitura foram interrompidos por um barulho vindo de uma sala onde havia uma mulher trancada numa espécie de cadeia. Embora muito bela, podia-se ver pela vidraça que era muito magra, pálida, com cabelos vermelhos e aparentemente de aparência fraca também.
O Soldado Pedro diz: _Quem é você?
A mulher ao ver a farda que trajavam os soldados e seus portes físicos, manifesta um certo entusiasmo e diz: _Me ajudem.
Jonas: Você viu nesse lugar um homem alto com uma roupa como a nossa, chamado Jin?
Mulher: _Sim. Não está mais aqui. Por favor, me tirem daqui.
Após tentarem extrair mais alguma informação sem sucesso decidem levar a mulher com eles para poderem usá-la em sua busca. Jonas diz para Pedro voltar ao computador para copiar as informações enquanto ele liberta a mulher.
Abrindo a porta, Jonas vai ao seu encontro e se abaixa para ajudá-la a se levantar. Ainda abaixados ao se encostar no soldado, a mulher sente um arrepio e o abraça. Jonas envolvido com a situação consente. Ele estava apoiado com um joelho no chão e a outra perna dobrada de forma que suas coxas se separaram, retrocedendo o tecido de sua calça e deixando sua mala redondamente desenhada e cativantemente visível para a mulher que a olhava com a cabeça no peito do soldado.
_Eu estou com muita fome.
_Não se preocupe, saindo daqui vamos te dar o que comer.
_Não! Você vai me dar agora.
Após falar isso a mulher colocou muita força no abraço, abriu a boca e uma espécie de membro saiu dela em um impulso rápido grudando sua extremidade na calça do soldado entre as pernas onde estava a concentração de sua mala farta. Jonas sentiu um serrilhamento no seu volume e alguma coisa penetrando o tecido como que pequenas agulhas. O membro começou a se contrair promovendo uma sucção no conteúdo da calça. Nisso ele tenta afastá-la, mas não consegue, pois ela o segurara com certa força o que permitia a ela continuar naquele ato.
Com todo o saco e o piru do soldado abocanhados, aquilo começou a simular movimentos como se estivesse mamando, semelhantemente a um animal quando está puxando leite para se alimentar.
Enquanto isso e depois de já ter decorrido um bom tempo, Pedro no computador descobre que a tal doença foi provocada por uma bactéria nociva e desconhecida que atacou a população feminina mundial daquela realidade repentinamente, de modo que após anos de evolução, as mulheres passaram por mutações em seu organismo que as transformaram em algo distante de humanos, sobre tudo no que se refere ao aumento do instinto primitivo, fome e alguns sentidos como o olfato que se estima ser usado para caça. Descobriu também que após experiências com uma das chupatrizes encontradas que tinha cabelos vermelhos e pele pálida, percebeu-se um mecanismo de alimentação alterado com aptidão para certas peculiaridades masculinas. Agora elas retiravam a energia necessária a sua sobrevivência de outra fonte.
Após ler esta última informação, Pedro correu para onde estavam Jonas e a mulher. Chegando lá se deparou com uma cena perturbadora. A tal mulher encontrada a pouco estava grudada em Jonas e havia alguma coisa que saia da boca dela e estava grudada entre as pernas do amigo. Chamou-lhe a atenção que aquela coisa estava se contraindo como se estivesse bombeando algo. Vendo que Jonas estava fraco e não conseguia resistir, Pedro disse:
_Largue ele sua coisa.
Largando-o no chão a mulher lhe disse:
_Que bom, mais um. Ainda bem que você demorou, assim eu pude me alimentar bastante do seu amigo.
_Do que você está falando sua monstra? O que você fez com ele?
_Eu só chupei um pouco do néctar dele. Você não tem noção da dor que se sente em ficar tanto tempo sem colocar a boca num homem. Nooooossa... O sêmem de vocês é tãaao saboroso. Eu não sei se esse seu amigo aqui é que tinha uma essência muito saborosa ou era a fome, só sei que estava uma delícia. Mas não se preocupe, não deu tempo de consumir ele totalmente, ele só está um pouco fraco.
_Foi você. O que você fez com o Jin, fala?
_Você deve estar falando do rapaz que me apresentaram há um tempo. Ele tinha tanta testosterona. Parece que até sinto ainda a bolsa escrotal dele nas minhas mandíbulas, tão gostosa quanto à do seu amigo aqui.
_Quanta insanidade. Se afaste dele sua coisa ou sei lá o que você é, ou eu vou te matar, se bem que é isso mesmo que você merece mesmo por ter matado o Jin
_Não me culpe, culpe a este lugar. Eu não pedi pra ser trazida pra cá, embora esteja adorando. De onde eu venho é tão difícil encontrar machos para extrair a essência masculina deles. Os poucos que restaram se escondem.
_Saia da frente. Nós vamos sair daqui.
_Hahahahaha... Negativo. Você tem algo que eu quero. No momento em que você entrou neste lugar eu senti o cheiro da sua testosterona e vontade de sugá-la de você. Eu também posso sentir o doce aroma da sua essência masculina concentrada no teu tabaco. Você sabia que eu posso sentir inclusive o cheiro do teu esperma, e eu sinto um cheiro forte, o que significa que a tua porra está bem concentrada, ou seja, o teu saco deve estar cheio. Deve ter dias que você não esvazia. Deve estar quente, abundante e delicioso.
_Eu não entendo o que você é ou o que está falando, mas nós vamos sair daqui sua aberração.
_Você parece ser mais forte e másculo do que os outros, mas nem assim você conseguirá escapar, muito pelo contrário, tanta virilidade assim só aumenta a minha sede. E o cheiro que emana de você, hur, está me deixando louca.
E nisso a chupatriz começa a andar em direção ao soldado Pedro. Ele não conhecia o que estava a sua frente e nem do que era capaz, só sabia que se tratava de uma criatura com algo estranho na boca e que falava insanidades. Arriscar um combate corpo-a-corpo não parecia uma idéia inteligente, mas como tirar Jonas dali sem derrubá-la?
Pedro espera até ela chegar perto e desfere um golpe de faca visando ferir a chupatriz que desvia e o golpeia na mão forçando-o a largar a lâmina. Na seqüência tenta dar um golpe manual nela, mas sem eficácia. Pelo contrário, neste momento ela o agarra. Mão com mão ela pensa em abocanhá-lo, mas ao perceber sua movimentação, o soldado desfere um chute resultando em sua soltura. Ela precisava arranjar um jeito de neutralizar as pernas de Pedro. Eles se confrontam e juntando as mãos novamente, ela tenta o empurrar para baixo forçando Pedro a se ajoelhar como Jonas, assim poderia forçar a abertura das pernas dele bem como torná-las ineficazes para ataques. Pedro não estava podendo com ela e assim que ela o coloca na posição desejada, abri a boca se preparando para dar o bote. Com pernas e mãos ocupadas, Pedro vê aquele membro que antes vira grudado no companheiro agora desacordado, impactando-lhe um sentimento de frustração, já que naquela posição vulnerável, ela obtinha vantagem. Derrepente, num impulso rápido o membro se fixou na parte volumosa entre as pernas do soldado.
Pedro sentiu um serrilhamento por cima do tecido e vários pontinhos encostando em seus órgãos genitais como se estivessem perfurando o tecido da calça do exército que vestia. Aqueles fios estavam se conectando ao saco e ao pênis dele.
_Hur...
_Agora eu vou me alimentar da sua masculinidade assim como estava fazendo com o seu companheiro.
O membro começa a se contrair fazendo com que Pedro sentisse uma pressão na região conectada. Podia-se ver que volumes começavam a ser conduzidos no interior daquele membro através de movimentos peristálticos, volumes que vinham da extremidade fixada no soldado e eram tragados por aquela mulher.
Naquele momento, Pedro percebeu uma sensação estranha pelo seu corpo e que se mostrava mais intensa em seus genitais. Olhou para aquele conector e pensou: Droga, que porra é essa grudada em mim? Parece estar apertando e bombeando todo o meu pacote. E essa sensação desvigorante? Me sinto como se a minha disposição estivesse se esvaindo.
Enquanto pensava, Pedro tentava se livrar, mas estava difícil, pois aquela mulher parecia estar ficando um pouco mais forte e ainda somado ao fato daquela coisa não parar de lhe chupar nos dotes masculinos, o que lhe tirava a concentração e sem falar naquela sensação de fadiga que ficava cada vez maior.
_Como você se sente soldado Pedro? Rsrsrsrs.
_O que você está fazendo comigo seu monstro?
_Você ainda não percebeu? Ainda não entendeu essa sensação de perda e exaustão que você está sentindo? É a essência da sua masculinidade que esta sendo sugada aos poucos por mim. Eu imagino que deva ser horrível para um macho, ter a cueca ordenhada, enquanto sente a sua masculinidade sendo drenada lentamente de seu interior. Assim como chupam os animais ao nascerem, você sabia que isso é um instinto primitivo, de ordenhar as bolsas para sugar delas alimento e vida?
_Não, hur.... Isso não é possível.
_É sim, de onde eu venho é. Perceba que enquanto conversamos, eu estou absorvendo a sua deliciosa testosterona. Caso você não saiba, eu estou absorvendo ela direto da fonte. Esse teu saco farto está repleto de testosterona. E também estou absorvendo a testosterona do teu corpo, dos braços, do tórax, das pernas, do abdômen e de toda a sua musculatura. Na medida em que eu chupo a testosterona que circula pelo teu corpo, seus músculos vão enfraquecendo e perdendo a sua propriedade máscula e robusta e toda a sua força de macho vai sendo consumida por mim.
_O que, minha testosterona, você está sugando a minha testosterona?
_Sim,rararara... E eu estava certa, a sua essência é um verdadeiro néctar. Enquanto a extensão da minha boca estiver grudada na fonte da sua masculinidade, eu não vou parar de chupar.
_Nãaaao...
_Não adianta resistir. Agora eu quero a tua porra. A minha boca está sentindo o teu escroto volumoso, lotado de porra que você deve ter acumulado nesses dias.
_Jamais te darei.
_Mas quem falou em dar. Eu vou chupá-la a força de você.
E nisso Pedro sente algo englobando a cabeça de sua jeba e em seguida algo entrando pela sua uretra e berra de dor. Aos poucos a chupatriz vai avançando pelos canalículos de Pedro em direção ao interior de sua bolsa escrotal onde estava a fonte do seu esperma.
_Nãaaao, que dor.
_Pronto, achei. Agora toda a tua porra vai ser minha, vou chupar cada mm³ de esperma do teu saco.
E a chupatriz começa a chupar a porra do soldado Pedro. Aquele fino canal bombeava sêmen direto do saco dele e por uma ironia, usando o pênis como escape. Ela se deliciava vendo a cara de Pedro enquanto o esvaziava lentamente.
_Hun! Que delícia. Sua porra é grossa e cheia de vida e eu só estou começando.
Pedro pensava: Droga. Como é que ela consegue tirar a minha porra se nem excitado eu estou? Preciso tentar impedir isso de alguma forma.
_Estou vendo que você ainda tem muita força para resistir, mas se eu continuar consumindo sua masculinidade, logo você ficará mais calmo e eu poderei te saborear mais a vontade.
_Para sua monstra.
_Como você reclama. Run rsrs. Isso porque eu nem comecei a extrair o principal. Fique quieto e me dê mais sêmen. E não adianta tentar trancar o canal, pois quando você cansa, eu aproveito e sugo um monte.
E quando a uretra de Pedro se cansava de travar, ela aumentava a sucção para arrancar de Pedro todo o leite que desse usando o tabaco como via.
Enquanto a chupatriz consumia a masculinidade do soldado, ele pensava numa forma de se soltar de toda aquela chupação pois estava ficando cansado já. Então ele se joga pra trás e puxa a chupatriz usando uma das pernas para jogá-la para trás. Pronto. Com ela caída no chão, Pedro vai tentar acordar Jonas para que saiam dali, mas Jonas tinha dificuldade em acordar o que confere tempo para a chupatriz se levantar novamente.
_Você quer me matar sua mostra?
_Não. Eu quero matar só a mina fome. Dependendo dela, a morte pode ser uma possibilidade, mas não a minha intenção.
Enquanto caminhava ela dizia:
_Olha só esses músculos, esse peitoral, tanto tempo trabalhando eles e fazendo exercícios pra ganhar massa muscular, e agora eu vou me alimentar de toda essa potência.
_Sinto como se ela tivesse chupado parte da minha força. Não sei como isso é possível. O meu esperma eu senti ela chupando pelo meu pau. Se eu não der um jeito, ela pode me matar e ao Jonas Também.
_Nossa, o seu gostinho ainda está na minha boca e eu sei que você ainda está cheio de testosterona e esse teu saco cheio de porra pra eu extrair gostoso como estava fazendo. Venha cá soldado Pedro, eu quero mais.
Os dois se atracam novamente até que a chupatriz consegue derrubar a Pedro e no chão ela se põe por cima dele prendendo seus braços com as pernas e virada de costas tentava abrir a pernas de Pedro no intuito de desproteger a sua mala. Apesar dos esforços do soldado ela aos poucos vai conseguindo afastá-las cada vez mais até que bem abertas, o pacote volumoso do soldado Pedro se apresenta diante dela. Sem cerimônias, ela abocanha a mala dele para absorver mais essência.
_Nãaaaaaaaaaaao!
_Rararara. Tudo que eu queria, agora vou te sugar novamente. Me de mais masculinidade.
E voltou a absorver a testosterona daquele homem. Pedro já até sentia aquela membrana procurando a cabeça de seu pênis dentro da cueca e assim que achou a engoliu, iniciando novamente o processo de drenagem seminal. O soldado Pedro agora se encontrava bem preso ao chão e dificilmente escaparia daquela armadilha parasita. Já começava a sentir novamente aquela sensação estranha de exaustão, sentia toda a musculatura de seu corpo sendo exaurida como se estivessem tirando a força de seus músculos. Conforme o tempo ia passando, Pedro perdia cada vez mais da essência masculina que lhe matinha centrado e disposto.
_Droga, não consigo nem resistir dessa vez. Ela está se fartando em mim. Não consigo nem me concentrar para fazer algo. Agora entendo que ela estava o tempo todo absorvendo a essência do meu piru.
_Agora que o teu esperma já está no fim e já comi metade da sua testosterona, vou absorver a sua energia viril. Vou adorar extrair a virilidade do teu pau duro soldadinho gostoso.
_Não há como meu pau endurecer para você sua monstrenga.
_Você não poderá impedir. Vou forçar a sua virilidade a se manifestar para depois drenar a energia proveniente da sua ereção. Rararara.
Nisso Pedro sente algo espetando o corpo do seu pênis como se fosse uma agulha. Também sentia aquela membrana que envolvia sua glande e chupava o seu esperma, começar a se mexer.
_Uh! O que você está fazendo?
_Toda parasita que se presta tem que ter uma toxina. Estou apenas injetando no teu pau um estimulante para liberar a tua libido e também uma membrana está estimulando a cabeça do teu pau com uma sucção que você deve estar adorando. Em poucos segundos o teu pau vai estar no auge da excitação.
_Não pode ser. Meu pau está ficando duro.
_Isso, cresce mais, mais. Continue aumentando.
_Hur...
_O teu cacetão está duro como um ferro, eu posso até sentir o tesão bombando dentro dele.
_O que você ainda quer de mim sua monstra, ainda não chupou o suficiente?
_Não. Até agora eu estava chupando a sua testosterona e o esperma do teu saco além da sua essência masculina. Só que um homem jovem como você tem um quarto elemento a oferecer que eu particularmente considero o prato principal. E pelas constantes estocadas que o teu pau está dando, e eu vejo que você tem em abundância.
_Sua desgraçada, pare com isso, eu não quero ficar de pau duro.
_Cale a boca. Comida não tem que querer nada. Agora me de energia.
Derrepente aquela membrana que chupava a cabeça do tabaco de Pedro, começou a realizar algum fenômeno que permitia absorver a energia do cacete.
_Ahhhhhhh...
_Eu vou tirar muita energia desse teu pau viril.
E a chupatriz começou a chupar a energia do soldado Pedro pelo pênis. Sabe-se que o homem em uma ereção libera muita energia física, sendo assim, tudo que a chupatriz precisava fazer, era excitar Pedro através de sua toxina, pois isso forçaria o corpo dele a alimentar sua ereção com energia constantemente para mantê-la, permitindo a chupatriz sugar toda aquela energia gerada pela virilidade dele.
O soldado Pedro se contorcia enquanto ela absorvia sua energia viril.
_Os homens são a melhor comida que tem, pois são como fonte de energia abundante.
_Não, hur... Eu sinto toda a minha energia percorrendo o meu corpo em direção ao meu pau de onde ela está retirando toda a minha força. Não, se ela continuar vai me esgotar.
_Me diga Pedro, como é ser chupado desta forma? Machos jovens como você conseguem deixar o pau duro por muito mais tempo e ainda mais com esse presentinho que eu estou injetando em você periodicamente. Seu pau vai ficar em pé, consumindo toda a sua energia enquanto eu ficar esgotando ele.
_Merda. Essa ereção está acabando comigo. Ela está consumindo toda a energia do meu corpo. Eu sinto essa coisa sugando constantemente a energia viril do meu pau.
_Vou extrair toda a tua virilidade. Só vou parar quando eu teu pau não conseguir mais ficar em pé, até lá vou continuar me alimentando dele.
_Ah! Minha essência, eu sinto um vazio muito grande.
_Rarara... é porque a sua essência já está no fim. E o teu saco já me deu todo o teu esperma delicioso, e quase já não consigo mais sugar testosterona, deve estar no fim também.
_Minha masculinidade, nãaaaaaaaaaao.
_Droga! Se eu pudesse pelo menos gozar ou chegar a um orgasmo, mas ela chupou toda a minha porra, é como se eu já tivesse gozado tudo que tinha direito. Essa desgraçada está controlando a minha ereção mantendo-a numa constante, assim ela pode retirar energia do meu pau só usando a minha virilidade.
_Quanta virilidade em soldadinho, esse teu pau não desce por mais que eu o drene. Já sei, já que vc tem tanto a oferecer, acho que posso fazer uma coisa. Você vai me dar muito mais energia, quero sentir toda essa gostosura mias intensamente.
Aqueles fios que estavam agindo por dentro da calça e da cueca, e que estavam lhe absorvendo a masculinidade, começaram a drenar a energia do pau também, aumentando o processo de absorção. Agora muito mais energia estava sendo usurpada.
_Isso, mais, mais energia, vou chupar essa sua virilidade abundante até te esgotar.
_Ah!
_Com essas extensões no teu pau, vou conseguir sugar muito mais energia. Hahahaha
O desconforto que Pedro já estava sentindo, foi exacerbado pois o consumo de energia estava muito maior já que agora existiam 9 vias por onde a sua energia estava sendo drenada.
_Ahhhhhhhhhhh...
_Nossa, que pau mais viril, quanto vigor tem esse macho. Não imaginava que eu ia conseguir chupar tanta coisa dele. E essa lubrificação que não para de jorrar é uma delícia. Vou continuar chupando até esgotá-lo completamente essa delícia.
Decorrido algum tempo, Pedro já começava a perder a consciência junto com sua masculinidade e energia que também já estavam no fim.
Neste momento ocorre que alguém chega impedindo um mau pior. Eram algum seguranças, que ao se aproximarem afugentaram a criatura embrigada com tanta virilidade que absorvera.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
sexta-feira, 29 de junho de 2012
CAP. 13 - OS PARENTES DE LONGE - PARTE 2
O dia seguinte processou-se e a noite chegou, mas com uma pequena diferença, Luan dormiria com Rafael no sofa-cama da sala, pois queriam assistir a um "filme" e George, o pai dos meninos, dormiria com os 2 menores em seu quarto utilizando-se da cama e colchão.
Luan estava usando um short de seda que mercava bem o seu tabaco avantajado por ter drenado tantos pintos a noite passada e volta e meia se levantava e passava na frente de Rafael pra ele perceber bem o seu volumão. Pois bem, acabando-se o filme, foram dormir e depois de uma meia hora, Luan começou a pôr seu plano em prática. Ele estava de costas para Rafael e sabia que ele ainda estava acordado e que sua mão estava esticada e caída no colchão virada para cima na altura da cintura. Então fingindo sono ele simula um movimento que o fez se virar em 180° para o outro lado fazendo com que sua mala pesada encaixa-se perfeitamente dentro da mão de Rafael.
Alguns minutos se passaram até que Luan, passou a sentir suaves apalpamentos no conteúdo de seu short. Era Rafael, tímido dando umas pegadinhas. Toda o volume que a sua cueca concentrava em sua frente, agora estava sendo apalpado, recebendo suaves apertõezinhos. Ambos ficaram nessa brincadeirinha um bom tempo, até que Luan se virou de barriga para cima, exibindo sua protuberancia no short. Agora Rafael, se quisesse, poderia pegar da forma como bem intendesse, já que o peso do corpo do primo não estaria mais limitando a sua manipulação.
O robusto tabaco de Luan estava bem desenhado naquele fino tecido de seda, posicionado para o lado. Era certo que depois de ter sido atiçado e disperto a sua atenção para aquela oportunidade, Rafael não se conteria. Então, após algum tempinho, dirigiu sua mão até a superfície do short, passando a tatear o pênis de Luan por sobre a fina malha. Com os dedos tateava toda a extensão a medida que aplicava vários apertes naquele tabaco gostoso e macio.
Era o maior tabaco que ele tinha passado a mão até aquele noite, já que seu irmão não tinha nem passado pela puberdade ainda. Aproveitava muito a chance e pressionava com gosto aquela jeba.
Certa hora enfiou sua mão para dentro do short, passando a pegar diretamente no pau. Estava se deliciando no piru do primo, pegando pra valer até que endureceu. Neste momento ele tirou para fora e começou a bater uma punheta naquele cacetão. Mas uma punheta escancarada, que ia de cima a baixo sem dó. Luan estava facilitando tanto para o primo aproveitar, que Rafael até exagerava.
Quando o tabaco de Luan começou a expelir o melzinho, Rafel não se contentou e abocanhou aquela jebona gostosa, passando sugar tudinho direto da fonte. Era o seu 1° boquete e que delícia estava sendo. Chupa que chupa até que Luan goza. Pronto e por algum motivo, Rafael não bateu a sua, claro... para a felicidade de Luan que estava esperando ele dormir para terminar o serviço. Como o seu tesão havia se esvaido com a ejaculada, Luan planejava absorver o tesão de Rafael que ainda estava em grande maioria dentro de seu piru, já que não gozou, nem se masturbou nem nada.
Passado o tempo devido para o esperado se consumar, Luan vai em direção a sua cintura e retirando o seu piru pra fora começa a chupar. Todo o tesão do momento anterior ainda estava presente naquele pau e estava sendo sugado por Luan, que queria de volta todo o prazer proporcionado antes. Estava se aproveitando do soninho do primo para lhe roubar o tesão gostoso de adolescente. Engolia o pau de Rafael todo de uma só vez, e a língua se encarregava de ficar absorvendo a essência jovial daquele tabaquinho gostoso que produzia um nectar muito docinho e delicioso. Seu tabaco estava recuperando todo o vigor a medida que drenava o piru de Rafael, que bombeava todo o tesão para dentro da boca de Luan, indo parar direto no pau de Kelvim que estava se alimentando daquele machinho indefeso.
Ficou ali chupando o pau do Rafael algum tempo até consumir todo o seu tesão. Depois de aspirar tudo, Luan queria usar a potência que sugou no próprio garoto e resolveu repetir a mesma brincadeirinha de noite passada. Tirou sua jebona pra fora e se posicionou de uma forma possível de coloca-la dentro da boca de Rafael e assim o fez. Um tempinho se passou com Luan dando leves metidinhas dentro daquela boquinha eté que começou a sentir suaves sugadinhas que insistiam em ocorrer volta e meia. Era Rafael em seu reflexo noturno, dando chupadinhas na cabeçona do tabaco que ele tinha dentro da boca.
Quando Luan viu que estava perto de gozar, retirou seu pau dali e foi dormir.
Luan estava usando um short de seda que mercava bem o seu tabaco avantajado por ter drenado tantos pintos a noite passada e volta e meia se levantava e passava na frente de Rafael pra ele perceber bem o seu volumão. Pois bem, acabando-se o filme, foram dormir e depois de uma meia hora, Luan começou a pôr seu plano em prática. Ele estava de costas para Rafael e sabia que ele ainda estava acordado e que sua mão estava esticada e caída no colchão virada para cima na altura da cintura. Então fingindo sono ele simula um movimento que o fez se virar em 180° para o outro lado fazendo com que sua mala pesada encaixa-se perfeitamente dentro da mão de Rafael.
Alguns minutos se passaram até que Luan, passou a sentir suaves apalpamentos no conteúdo de seu short. Era Rafael, tímido dando umas pegadinhas. Toda o volume que a sua cueca concentrava em sua frente, agora estava sendo apalpado, recebendo suaves apertõezinhos. Ambos ficaram nessa brincadeirinha um bom tempo, até que Luan se virou de barriga para cima, exibindo sua protuberancia no short. Agora Rafael, se quisesse, poderia pegar da forma como bem intendesse, já que o peso do corpo do primo não estaria mais limitando a sua manipulação.
O robusto tabaco de Luan estava bem desenhado naquele fino tecido de seda, posicionado para o lado. Era certo que depois de ter sido atiçado e disperto a sua atenção para aquela oportunidade, Rafael não se conteria. Então, após algum tempinho, dirigiu sua mão até a superfície do short, passando a tatear o pênis de Luan por sobre a fina malha. Com os dedos tateava toda a extensão a medida que aplicava vários apertes naquele tabaco gostoso e macio.
Era o maior tabaco que ele tinha passado a mão até aquele noite, já que seu irmão não tinha nem passado pela puberdade ainda. Aproveitava muito a chance e pressionava com gosto aquela jeba.
Certa hora enfiou sua mão para dentro do short, passando a pegar diretamente no pau. Estava se deliciando no piru do primo, pegando pra valer até que endureceu. Neste momento ele tirou para fora e começou a bater uma punheta naquele cacetão. Mas uma punheta escancarada, que ia de cima a baixo sem dó. Luan estava facilitando tanto para o primo aproveitar, que Rafael até exagerava.
Quando o tabaco de Luan começou a expelir o melzinho, Rafel não se contentou e abocanhou aquela jebona gostosa, passando sugar tudinho direto da fonte. Era o seu 1° boquete e que delícia estava sendo. Chupa que chupa até que Luan goza. Pronto e por algum motivo, Rafael não bateu a sua, claro... para a felicidade de Luan que estava esperando ele dormir para terminar o serviço. Como o seu tesão havia se esvaido com a ejaculada, Luan planejava absorver o tesão de Rafael que ainda estava em grande maioria dentro de seu piru, já que não gozou, nem se masturbou nem nada.
Passado o tempo devido para o esperado se consumar, Luan vai em direção a sua cintura e retirando o seu piru pra fora começa a chupar. Todo o tesão do momento anterior ainda estava presente naquele pau e estava sendo sugado por Luan, que queria de volta todo o prazer proporcionado antes. Estava se aproveitando do soninho do primo para lhe roubar o tesão gostoso de adolescente. Engolia o pau de Rafael todo de uma só vez, e a língua se encarregava de ficar absorvendo a essência jovial daquele tabaquinho gostoso que produzia um nectar muito docinho e delicioso. Seu tabaco estava recuperando todo o vigor a medida que drenava o piru de Rafael, que bombeava todo o tesão para dentro da boca de Luan, indo parar direto no pau de Kelvim que estava se alimentando daquele machinho indefeso.
Ficou ali chupando o pau do Rafael algum tempo até consumir todo o seu tesão. Depois de aspirar tudo, Luan queria usar a potência que sugou no próprio garoto e resolveu repetir a mesma brincadeirinha de noite passada. Tirou sua jebona pra fora e se posicionou de uma forma possível de coloca-la dentro da boca de Rafael e assim o fez. Um tempinho se passou com Luan dando leves metidinhas dentro daquela boquinha eté que começou a sentir suaves sugadinhas que insistiam em ocorrer volta e meia. Era Rafael em seu reflexo noturno, dando chupadinhas na cabeçona do tabaco que ele tinha dentro da boca.
Quando Luan viu que estava perto de gozar, retirou seu pau dali e foi dormir.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
CAP. 15 - É SUA VEZ GABRIEL
Alguns dias se passaram e lá estavam novamente, Luan e Gabriel no tal gramado, só que desta vez sem Lucas. Foram lá brincar sob as mesmas regras de outrora. Gabriel usava um calção de tactel que salientava um bom volume na frente. O velcro fazia até um arco evidenciando bem a mala do garoto. Luan mau podia esperar para se fartar naquilo tudo.
A brincadeira tem inicio. Luan espera um pouco para disfarçar até que decide encher sua mão naquela volume tentador.
Ele pula em cima de Gabriel e gruda nele abraçando-o com uma das mãos. A outra mão começa a percorrer caminho até chegar no farto volume que se destacava na frente daquele calção. Ao alcançar o pacote de sua vítima, a mão se fecha, envolvendo toda a extensão daquela mala e começa a apalpa-lo. Pronto, sua mão já estava bolinando o farto recheio daquele calção, podia agora chupar a energia daquela abundância, o que fez imediatamente.
Nossa, e que malona saborosa Gabriel tinha. Da última vez que Luan a apertou não sabia chupar energia ainda e apenas a sentiu, mas desta vez estava saboreando a deliciosa essência do tabaco do amigo. Mas esta 1ª investida, durou pouco. Gabriel o empurrou ganhando soltura dos apalpamentos que estava ganhando na sua mala macia. Isto pq o agarrão foi superficial. Com a mão desconectada daquela fonte de energia sexual, Luan parou de se alimentar do tabaco de Gabriel.
Apostos, eles retomam a luta. Luan tenta a msm tática novamente e pula em cima de Gabriel, levando a mão no farto volume alojado na frente do calção de sua vítima. Ele agarra o pacotão do amigo e começa a chupar a energia dele novamente. Por alguns segundos ele conseguiu ficar se alimentando da fartura que Gabriel tinha dentro da cueca, apalpando aquele saco e aquela jeba gostosa, mas de igual forma, Gabriel se livra, impossibilitando Luan de continuar absorvendo seu delicioso tabaco.
Luan pode comprovar nas 2 chupetas que deu em Gabriel, como seu tabaco estava apetitoso.
A brincadeira prossegue e Gabriel consegue prender Luan. Mas se vê forçado a solta-lo em seguida em função de uns apertõezinhos que estava ganhando na mala pela mão livre de Luan. Mão esta que buscava se alimentar mais do tabaco de sua vítima.
Na seqüência, Luan aplica um golpe em Gabriel que lhe permitiria aproveitar bastante a jeba do amigo colocando-o em uma posição de indefesa. Luan o agarrou e o esticou de barriga p/ cima sobre uma de suas pernas que estava dobrada. Usou uma mão para manter sua cabeça lá em baixo, deixando sua mala desprotegida para que fosse apalpada a vontade. Sua posição o deixava com o corpo arcado, expondo sua mala no ponto mais alto possível, deixando-a visivelmente bem marcada na frente daquele calção revelador.
Luan então sem perder tempo, se aproveita de Gabriel enchendo sua mão na mala do garoto e começa a agarrar aquele pacotão delicioso, fazendo com que Gabriel se contorcesse. Com isso, Luan voltou a chupar a energia sexual da mala dele. Ele estava dando apalpadas com tanto gosto que dava até para ouvir o velcro se estralando conforme ia sendo apertado.
Como Gabriel estava em desequilibrio, sem ver e de cabeça para baixo, Luan obtia muita facilidade para chupar a energia daquele pau gostoso. Ele ia apalpando e sugando energia, se alimentando do pacote do amigo a cada apertão. Estava uma delicia passar a mão ali na frente, apertando aquela malona enquanto suga aquela essência saborosa do tabacão de Gabriel.
A posição estava tão favoravel, que era possivel até sentir a extensão do tabaco e como ele era roliço e gostoso de ficar apalpando, absorvendo tesão dele. Era a oportunidade perfeita para lanchar um belo e grande tabaco. E nisso arrancava mais tesão daquela mala a cada apertão que dava. Seu plano estava dando certo, estava chupando a essência do tabaco dele. Estava uma maravilha, ficar sentindo aquele tesão saboroso saindo do tabaco de Gabriel e entrando no seu. Gabriel estava indefeso e Luan aproveitava para continuar a transferência de tabaco.
Mas certo momento, Gabriel junta as pernas para cima e consegue sair daqueles apertos que estavam sugando a sua energia, absorvendo cada centímetro do seu pau.
_Ainda tem muita energia naquele piru dele e está uma delícia. Quero chupar mais.
Os 2 voltam a confrontar-se de modo que Luan o aplica um outro agarrão imobilizador. Ele sentou em cima de seu tórax com as pernas meio que ajoelhadas sobre seus braços os prendendo ao chão. De costas para o rosto de Gabriel, Luan tinha a sua frente o pacote de sua vítima, robusto e cheio de energia pra ficar drenando. Agora ele iria consumir tudo com o auxílio de suas 2 mãos livres.
Luan põe sua mão sobre o calção do garoto e fecha a mão ali, sentindo todo o volume que ele tinha. Gabriel dizia não, não, aaaaa e coisas do tipo.
_Ótimo, vou sugar mais energia desse pinto gostoso.
Então, começa a agarra-lo, voltando a consumir o tabaco de sua vítima. Estava absorvendo tesão, masculinidade, apetite sexual, desejo por mulher estava chupando-o completamente. Sua essência estava sendo aspirada de seu pênis com muita gula e Gabriel desta vez não podia fazer nada, se não sentir seu tabaco sendo devorado e consumido.
Enquanto aspirava energia do pacote de sua vítima, Luan teve a ideia de enfiar a mão para dentro daquele calção pra chupar mais gostoso. Enfiou a mão para dentro do calção de Gabriel que ganiu ao sentir sua cueca e todo o seu conteúdo ser apalpado por aquela mão sangue-suga que estava lhe chupando cada gota de energia. Mau sabia ele que seu tabaco estava servindo de alimento para aquele parasita da tabacos. Luan lhe apalpava a frente da cueca por dentro do calção, procurando absorver mais tesão da jeba de sua vítima, afim de nutrir e alimentar o seu própria tabaco que estava se saciando com o volume do jovem, que estava sendo agarrado e drenado naquele chão.
Para finalizar, Luan meteu a mão para dentro da cueca e agarrou o tabaco de Gabriel contudo, passando a chupar energia diretamente do pau dele. Poucos segundos se passaram e Gabriel desmaiou. Mesmo inconsciente, seu tabaco continuou sendo absorvido por Luan que buscava nutrir o seu pênis absorvendo o tabaco de sua vítima.
Percebendo a oportunidade, Luan retira a mão de dentro daquele calção, abre o velcro dele expondo a cueca e a abaixo um pouco, retira o tabaco gostoso de sua vítima para fora e o abocanha, iniciando um boquete. Agora Gabriel, inconsciente e com as mãos presas ao chão, tinha seu tabaco engolido e chupado pelo parasita que o saboreava enquanto dormia. Aquele tabaco gordinho e gostoso estava sendo deliciado, manuseado de bochecha a bochecha com língua, dando a Luan toda a energia restante. Gabriel estava tendo a rola saboreada e nem sabia. A essência que ainda restava em seu tabaco, agora estava sendo aspirada e sugada diretamente pela boca do chupador.
Acabando de drenar a última gota daquele tabaco delicioso, Luan o larga. Estando com o tabaco bem alimentado, chupou o tabaco do Gabriel de graça sem nem ao menos precisarem dormir juntos. Chupou da rolona de seu amigo de 16 anos até a última gota de pica existente. No demais Gabriel acordou mais tarde sem de muito se lembrar etc e tal, com sua rolona dentro da cueca de outro.
A brincadeira tem inicio. Luan espera um pouco para disfarçar até que decide encher sua mão naquela volume tentador.
Ele pula em cima de Gabriel e gruda nele abraçando-o com uma das mãos. A outra mão começa a percorrer caminho até chegar no farto volume que se destacava na frente daquele calção. Ao alcançar o pacote de sua vítima, a mão se fecha, envolvendo toda a extensão daquela mala e começa a apalpa-lo. Pronto, sua mão já estava bolinando o farto recheio daquele calção, podia agora chupar a energia daquela abundância, o que fez imediatamente.
Nossa, e que malona saborosa Gabriel tinha. Da última vez que Luan a apertou não sabia chupar energia ainda e apenas a sentiu, mas desta vez estava saboreando a deliciosa essência do tabaco do amigo. Mas esta 1ª investida, durou pouco. Gabriel o empurrou ganhando soltura dos apalpamentos que estava ganhando na sua mala macia. Isto pq o agarrão foi superficial. Com a mão desconectada daquela fonte de energia sexual, Luan parou de se alimentar do tabaco de Gabriel.
Apostos, eles retomam a luta. Luan tenta a msm tática novamente e pula em cima de Gabriel, levando a mão no farto volume alojado na frente do calção de sua vítima. Ele agarra o pacotão do amigo e começa a chupar a energia dele novamente. Por alguns segundos ele conseguiu ficar se alimentando da fartura que Gabriel tinha dentro da cueca, apalpando aquele saco e aquela jeba gostosa, mas de igual forma, Gabriel se livra, impossibilitando Luan de continuar absorvendo seu delicioso tabaco.
Luan pode comprovar nas 2 chupetas que deu em Gabriel, como seu tabaco estava apetitoso.
A brincadeira prossegue e Gabriel consegue prender Luan. Mas se vê forçado a solta-lo em seguida em função de uns apertõezinhos que estava ganhando na mala pela mão livre de Luan. Mão esta que buscava se alimentar mais do tabaco de sua vítima.
Na seqüência, Luan aplica um golpe em Gabriel que lhe permitiria aproveitar bastante a jeba do amigo colocando-o em uma posição de indefesa. Luan o agarrou e o esticou de barriga p/ cima sobre uma de suas pernas que estava dobrada. Usou uma mão para manter sua cabeça lá em baixo, deixando sua mala desprotegida para que fosse apalpada a vontade. Sua posição o deixava com o corpo arcado, expondo sua mala no ponto mais alto possível, deixando-a visivelmente bem marcada na frente daquele calção revelador.
Luan então sem perder tempo, se aproveita de Gabriel enchendo sua mão na mala do garoto e começa a agarrar aquele pacotão delicioso, fazendo com que Gabriel se contorcesse. Com isso, Luan voltou a chupar a energia sexual da mala dele. Ele estava dando apalpadas com tanto gosto que dava até para ouvir o velcro se estralando conforme ia sendo apertado.
Como Gabriel estava em desequilibrio, sem ver e de cabeça para baixo, Luan obtia muita facilidade para chupar a energia daquele pau gostoso. Ele ia apalpando e sugando energia, se alimentando do pacote do amigo a cada apertão. Estava uma delicia passar a mão ali na frente, apertando aquela malona enquanto suga aquela essência saborosa do tabacão de Gabriel.
A posição estava tão favoravel, que era possivel até sentir a extensão do tabaco e como ele era roliço e gostoso de ficar apalpando, absorvendo tesão dele. Era a oportunidade perfeita para lanchar um belo e grande tabaco. E nisso arrancava mais tesão daquela mala a cada apertão que dava. Seu plano estava dando certo, estava chupando a essência do tabaco dele. Estava uma maravilha, ficar sentindo aquele tesão saboroso saindo do tabaco de Gabriel e entrando no seu. Gabriel estava indefeso e Luan aproveitava para continuar a transferência de tabaco.
Mas certo momento, Gabriel junta as pernas para cima e consegue sair daqueles apertos que estavam sugando a sua energia, absorvendo cada centímetro do seu pau.
_Ainda tem muita energia naquele piru dele e está uma delícia. Quero chupar mais.
Os 2 voltam a confrontar-se de modo que Luan o aplica um outro agarrão imobilizador. Ele sentou em cima de seu tórax com as pernas meio que ajoelhadas sobre seus braços os prendendo ao chão. De costas para o rosto de Gabriel, Luan tinha a sua frente o pacote de sua vítima, robusto e cheio de energia pra ficar drenando. Agora ele iria consumir tudo com o auxílio de suas 2 mãos livres.
Luan põe sua mão sobre o calção do garoto e fecha a mão ali, sentindo todo o volume que ele tinha. Gabriel dizia não, não, aaaaa e coisas do tipo.
_Ótimo, vou sugar mais energia desse pinto gostoso.
Então, começa a agarra-lo, voltando a consumir o tabaco de sua vítima. Estava absorvendo tesão, masculinidade, apetite sexual, desejo por mulher estava chupando-o completamente. Sua essência estava sendo aspirada de seu pênis com muita gula e Gabriel desta vez não podia fazer nada, se não sentir seu tabaco sendo devorado e consumido.
Enquanto aspirava energia do pacote de sua vítima, Luan teve a ideia de enfiar a mão para dentro daquele calção pra chupar mais gostoso. Enfiou a mão para dentro do calção de Gabriel que ganiu ao sentir sua cueca e todo o seu conteúdo ser apalpado por aquela mão sangue-suga que estava lhe chupando cada gota de energia. Mau sabia ele que seu tabaco estava servindo de alimento para aquele parasita da tabacos. Luan lhe apalpava a frente da cueca por dentro do calção, procurando absorver mais tesão da jeba de sua vítima, afim de nutrir e alimentar o seu própria tabaco que estava se saciando com o volume do jovem, que estava sendo agarrado e drenado naquele chão.
Para finalizar, Luan meteu a mão para dentro da cueca e agarrou o tabaco de Gabriel contudo, passando a chupar energia diretamente do pau dele. Poucos segundos se passaram e Gabriel desmaiou. Mesmo inconsciente, seu tabaco continuou sendo absorvido por Luan que buscava nutrir o seu pênis absorvendo o tabaco de sua vítima.
Percebendo a oportunidade, Luan retira a mão de dentro daquele calção, abre o velcro dele expondo a cueca e a abaixo um pouco, retira o tabaco gostoso de sua vítima para fora e o abocanha, iniciando um boquete. Agora Gabriel, inconsciente e com as mãos presas ao chão, tinha seu tabaco engolido e chupado pelo parasita que o saboreava enquanto dormia. Aquele tabaco gordinho e gostoso estava sendo deliciado, manuseado de bochecha a bochecha com língua, dando a Luan toda a energia restante. Gabriel estava tendo a rola saboreada e nem sabia. A essência que ainda restava em seu tabaco, agora estava sendo aspirada e sugada diretamente pela boca do chupador.
Acabando de drenar a última gota daquele tabaco delicioso, Luan o larga. Estando com o tabaco bem alimentado, chupou o tabaco do Gabriel de graça sem nem ao menos precisarem dormir juntos. Chupou da rolona de seu amigo de 16 anos até a última gota de pica existente. No demais Gabriel acordou mais tarde sem de muito se lembrar etc e tal, com sua rolona dentro da cueca de outro.
CAP. 14 OS PARENTES DE LONGE - PARTE 3
Na noite seguinte, ficou decidido que Luan dormiria no quarto com o tio George, o que o deixou bem feliz. Ele não conseguia tirar a imagem da benga bem desenhada da cabeça e estava prestes a experimenta-la. Chegado o momento esperado, já estava Luan em seu colchão ao chão, com o desejado tio George em sua cama logo ao lado, vestindo um calção samba-canção.
Passado o tempo necessário para o cair do sono, passou Luan a atacar. George estava deitado de lado de costas para Luan, então ele se ergue um pouco e vai levando sua mão suavemente pela cintura até adentrar por dentro do calção do tio. Com a mão enfiada lá dentro, ele acha o tabaco o envolvendo com a mão e começa a aperta-lo. George tinha um tabaco grosso, de fato grande mesmo. Era um tabaco rechunchudo que enchia a mão. Estava muito gostoso ficar pegando em seu pau enquanto ele dormia, aquele tabaco gostoso e bom de pegar. Ele mau podia esperar para por aquele tabaco super-desenvolvido na boca e absorve-lhe a energia.
Estava muito bom ficar pegando no pênis do tio George, mas determinado momento ele teve que parar e retirar a mão rapidamente. Era ele se virando e felizmente de barriga para cima. Agora aquela pau estava desenhadinho ali na sua frente. Luan enfiou a mão pra dentro daquele calção e encheu a mão naquela jeba gostosa que o tio tinha e passou a pegar. Estava se aproveitando do sono do tio para pegar no seu pintão.
Certa hora, Luan começou a descer seu calção, exteriorizando o tabaco do tio, que mole, caido ao lado, pedia para ser chupado. Luan encheu a boca naquele piruzão e passou a chupar gostoso. O tio indefeso, mau sabia que seu pinguelão estava sendo degustado. Aquele pau foi muito chupado até o momento que começou a endurecer, foi crescendo, crescendo, crescendo até que alcançou um tamanho descomunal, era praticamente um sonho, ter aquela tora ali e poder chupa-la até o esgotamento total.
Luan então, abocanha o tio tabacudo e passa absorver a sua essência. Aquela cabeçona estava deliciosa, dando muito lubrificação. Chupa que chupa o pauzão do tio. George continuava dormindo, enquanto seu tabacão pra fora do calção, estava duro sendo chupado por toda a extensão. Haviam 2 mãos agarrando a extensão, enquanto uma boca o mamava na cabeça, sugando tudo que ele tinha. A sua lubrificação era arrancada de seu tabaco por um parasita faminto que mamava muito aquela mamadeirona gostosa.
George tinha o sono pesado, de modo que Luan o podia chupar a vontade até esgotar o seu tabacão com a gulosa que estava dando. Muita energia estava saindo daquele pau, indo parar direto em outro.
_Vou me alimentar desse macho bem dotado enquanto ele dorme. Esse pauzão vai ser todo meu. Já comi 3 pirus e agora vou comer o teu. Vou devorar a tua jebona até ela ser toda minha, até esgota-la.
E o tesão de George era constantemente sugado por Luan que se saciava no jebão do tio. Seu pau já começava até a crescer, enriquecido com a essência que estava drenando do tabaco de George. Aquele cacetão era tão grande quanto o de Jean e seria seu. Aquele macho indefeso ali, com o pau duraço pra fora do calção estava delicioso, era só meter a boca e sugar, sugar tudo, esvaziar aquela mamadeira cheia de tesão. E nisto mais tesão Luan conseguia aspirando aquele tabaco. Era um prazer imenso.
Luan não largava a cabeça do tabaco, ficava o tempo todo chupando aquela glande, absorvendo a energia daquele tabaco imenso, mas que já começava a diminuir de tamanho. Ele estava aspirando toda a energia daquele pau, estava sugando tudo, cada vez mais. Seu piru estava se alimentando, absorvendo tudo. Estava praticamente engolindo o tesão de George, que imóvel, tinha sua jeba abocanhada e absorvida.
_A tia é uma sortuda por ter a sua disposição, tudo isso. Só que eu vou pegar emprestado por uns dias.
E o tabaco de Luan ia se alimentando cada vez mais do tabaco de George, que tinha toda a virilidade chupada. O seu tabaco já estava imenso, por ter drenado o piru de 3 machinhos e agora estar arrancando toda a energia do pau do tio bem-dotado e que pau, pulsante e cheio de vida.
Aquela mamadeira gostosa já começava a enfraquecer de tanto já ter sido chupada, já estava perdendo a ereção e o tamanho, o que permitia a Luan engoli-la cada vez mais e soberea-la em sua totalidade. Queria chupar tudo, drenar até a última gota, nem que ficasse agoniado de tanto ter sugado.
Agora com o tabaco todo dentro da boca, ele absorvia tudo, saboreando até a última gota da essência daquele piruzão apetitoso. Ficou ali mais alguns minutos absorvendo as energias daquele tabaco grosso e gostoso até exauri-lo completamente. Percebendo que havia chupado toda a essência sensacional que a jebona do tio tinha, Luan o larga indo dormir com o tabaco explodindo em tesão por ter aspirado tudo que o pau de George tinha.
Passado o tempo necessário para o cair do sono, passou Luan a atacar. George estava deitado de lado de costas para Luan, então ele se ergue um pouco e vai levando sua mão suavemente pela cintura até adentrar por dentro do calção do tio. Com a mão enfiada lá dentro, ele acha o tabaco o envolvendo com a mão e começa a aperta-lo. George tinha um tabaco grosso, de fato grande mesmo. Era um tabaco rechunchudo que enchia a mão. Estava muito gostoso ficar pegando em seu pau enquanto ele dormia, aquele tabaco gostoso e bom de pegar. Ele mau podia esperar para por aquele tabaco super-desenvolvido na boca e absorve-lhe a energia.
Estava muito bom ficar pegando no pênis do tio George, mas determinado momento ele teve que parar e retirar a mão rapidamente. Era ele se virando e felizmente de barriga para cima. Agora aquela pau estava desenhadinho ali na sua frente. Luan enfiou a mão pra dentro daquele calção e encheu a mão naquela jeba gostosa que o tio tinha e passou a pegar. Estava se aproveitando do sono do tio para pegar no seu pintão.
Certa hora, Luan começou a descer seu calção, exteriorizando o tabaco do tio, que mole, caido ao lado, pedia para ser chupado. Luan encheu a boca naquele piruzão e passou a chupar gostoso. O tio indefeso, mau sabia que seu pinguelão estava sendo degustado. Aquele pau foi muito chupado até o momento que começou a endurecer, foi crescendo, crescendo, crescendo até que alcançou um tamanho descomunal, era praticamente um sonho, ter aquela tora ali e poder chupa-la até o esgotamento total.
Luan então, abocanha o tio tabacudo e passa absorver a sua essência. Aquela cabeçona estava deliciosa, dando muito lubrificação. Chupa que chupa o pauzão do tio. George continuava dormindo, enquanto seu tabacão pra fora do calção, estava duro sendo chupado por toda a extensão. Haviam 2 mãos agarrando a extensão, enquanto uma boca o mamava na cabeça, sugando tudo que ele tinha. A sua lubrificação era arrancada de seu tabaco por um parasita faminto que mamava muito aquela mamadeirona gostosa.
George tinha o sono pesado, de modo que Luan o podia chupar a vontade até esgotar o seu tabacão com a gulosa que estava dando. Muita energia estava saindo daquele pau, indo parar direto em outro.
_Vou me alimentar desse macho bem dotado enquanto ele dorme. Esse pauzão vai ser todo meu. Já comi 3 pirus e agora vou comer o teu. Vou devorar a tua jebona até ela ser toda minha, até esgota-la.
E o tesão de George era constantemente sugado por Luan que se saciava no jebão do tio. Seu pau já começava até a crescer, enriquecido com a essência que estava drenando do tabaco de George. Aquele cacetão era tão grande quanto o de Jean e seria seu. Aquele macho indefeso ali, com o pau duraço pra fora do calção estava delicioso, era só meter a boca e sugar, sugar tudo, esvaziar aquela mamadeira cheia de tesão. E nisto mais tesão Luan conseguia aspirando aquele tabaco. Era um prazer imenso.
Luan não largava a cabeça do tabaco, ficava o tempo todo chupando aquela glande, absorvendo a energia daquele tabaco imenso, mas que já começava a diminuir de tamanho. Ele estava aspirando toda a energia daquele pau, estava sugando tudo, cada vez mais. Seu piru estava se alimentando, absorvendo tudo. Estava praticamente engolindo o tesão de George, que imóvel, tinha sua jeba abocanhada e absorvida.
_A tia é uma sortuda por ter a sua disposição, tudo isso. Só que eu vou pegar emprestado por uns dias.
E o tabaco de Luan ia se alimentando cada vez mais do tabaco de George, que tinha toda a virilidade chupada. O seu tabaco já estava imenso, por ter drenado o piru de 3 machinhos e agora estar arrancando toda a energia do pau do tio bem-dotado e que pau, pulsante e cheio de vida.
Aquela mamadeira gostosa já começava a enfraquecer de tanto já ter sido chupada, já estava perdendo a ereção e o tamanho, o que permitia a Luan engoli-la cada vez mais e soberea-la em sua totalidade. Queria chupar tudo, drenar até a última gota, nem que ficasse agoniado de tanto ter sugado.
Agora com o tabaco todo dentro da boca, ele absorvia tudo, saboreando até a última gota da essência daquele piruzão apetitoso. Ficou ali mais alguns minutos absorvendo as energias daquele tabaco grosso e gostoso até exauri-lo completamente. Percebendo que havia chupado toda a essência sensacional que a jebona do tio tinha, Luan o larga indo dormir com o tabaco explodindo em tesão por ter aspirado tudo que o pau de George tinha.
CAP. 12 - OS PARENTES DE LONGE - PARTE 1
Alguns dias se passaram e com isso, toda a energia que absorveu de seus dois amigos também. Certo dia receberam a visita de uns tios que moravam longe. Esses tios trouxeram consigo 3 filhos e para a alegria de Luan eram 3 machinhos, que dormiriam em seu quarto aquela noite, ou seja, 3 pintinhos gostosos para chupar a noite toda. Um se chamava Luan e tinha 8 anos, o outro se chama Eduardo de 10 anos e o mais velho, Rafael com 12 anos. Ficariam em sua casa umas 3 noites.
Luan estava ancioso para que anoitecesse logo, pois dentro daquelas calças e bermudas tinham tabaquinhos deliciosos para ele mamar a vontade. Seria a 1ª vez que ele juntaria boquete com absorção, sugar a energia de um pinto usando a boca para chupar deve ser uma loucura. Ele sabia que o pinto de um menino é bem mais molinho e macio do que de um adulto, ainda mais que recentemente tinha pego e chupado o pinto de Kauan, um outro primo de 12 anos.
Determinado momento, ele deu uma olhada na mala do titio. Ele estava com o tabaco para o lado direito, de forma que longe do zíper da calça, ficava bem marcadinho, permitindo ver que o bicho era bem grandinho.
_Tomara que os filhos tenham puxado o pai, rsrsrs.
Durante o dia Luan brincou de lutinha com os meninos para dar-lhes um cansaço bem grande para que a noite fosse mais fácil de bolina-los. É claro que ele também se aproveitou da brincadeira para passar a mão em seus voluminhos. Quer ver mesmo quando caiam os 4 em um bolinho só, a mão boba se dirigia para o meio das pernas de um que estivesse com elas abertas ou até mesmo na frente da calça de um que estivesse esticado e passava a bolinar ali, saquinho, pinto tudo entrava entre aqueles dedos e passava a ser apalpado. Estranhamente, volta e meia, Luan sentia que seu volume também era apalpado em momentos propícios.
O dia processou-se e finalmente a noite chegou.
Luan preferiu dormir no chão em um colchão com o menor, restando a cama para os outros 2. Passou-se uma 1 hora no objetivo de todos ferrarem no sono, agindo em seguida.
Ele se virou, ajoelhou-se ao lado de Luan que dormia de barriga para cima, levou a sua mão até a parte da frente da bermuda do menino e abriu o zíper, enfiou sua mão lá dentro e começou a bolinar aquele pinto e o saco. Ficou um tempinho ali só pegando e sentindo aquele pinto macio que mais parecia uma borrachinha. Quando sentiu que o pinto já estava bem durinho, tirou-o pra fora e o abocanhou passando a chupar energia. Desta vez estava literalmente chupando mesmo, já que estava usando a boca pra isso. Ficou ali saboreando aquele pinto novinho e durinho que respondia ao estimulo da chupada com constantes enrijecidas. O pirulito do menino esta praticamente pulando dentro da boca que o chupava freneticamente. Parecia que estava tentando se libertar da extração que estava ganhando.
Enquanto absorvia aquele pirulito tenrinho, uma de suas mãos pegava no saquinho durinho dele logo abaixo, o apalpando muito. O pinto de Luan não expelia nenhum líquido, mas tinha uma essência especial muito docinha. Luan já o estava chupando a um bom tempo de modo que o tabaquinho de Luan começava a amolecer. Estava chupando a torto e a direito aquele pinto. Mas depois de ter arrancado fácil-fácil todo o tesãozinho dequela jebinha gostosa ele a soltou guardando-a dentro da cuequinha e bermuda do menino. Luan estava impressionado, como um menino de 8 anos podia ter tanto libido a ponto do pinto se encher de tesão e pular tanto daquele jeito. E a energia dele também era muito gostosa e até que tinha uma quantidade considerável mas que foi parar todinha dentro do tabaco de Luan que estava explodindo de tesão depois de ter consumido o pinto durinho do priminho.
Depois de ter se saciado do tabaquinho de Luan, Luan agora queria absorver o piru do irmão do meio, o do Eduardo. Então se virou para ele que para sua sorte também estava de barriga para cima e teve uma surpresa reveladora. Percebeu que Rafael estava com o braço estendido, de modo que sua mão estava enfiada dentro do short do Eduardo bem ali na frente e pensou.
_Olha só isso cara. O Refael estava se aproveitando do irmão enquanto ele dormia. É, bem que o volume aqui ta grande mesmo, provavelmente promovido pela mão dele agarrando o piru do outro. Como é que pode né, enfiou a mão dentro do short dele pra pegar no piru e acabou dormindo com a mão ali mesmo.
Então abaixou o short de seda de Eduardo vendo que a mão estava dentro da cueca mesmo e em seguida abaixou a cueca. Pode ver que o piru do Eduardo estava dentro da mão de Rafael que pegou de jeitinho o tabaquinho do irmão enquanto ele dormia. Ele tirou a mão de Rafel dali, liberando o piru que caiu ao lado. Pegou no piru e levou a boca até ele e o abocanhou passando a chupa-lo.
_Hun, que piru molinho e o bom de ficar jogando pra lá e pra cá com a língua dentro da boca.
A chupeta estava endurecendo o tabaquinho do Eduardo que era um pouco maior do que o anterior. Com o piru totalmente duro e cheio de tesão, Eduardo começou a ter sua energia tragada. Agora que seu tesão estava desperto era absorvido pela boca gulosa de Luan. De igual forma, aquele piru também dava pulinhos seguidos dentro daquela boca, era como se tivesse vida própria, cheio de energia, mas que logo seria totalmente sugada por Luan.
O tabaco de Luan estava se alimentando daquele piru. Estava roubando a ereção dele. Chupava e enfraquecia aquele piru gostosinho que perdia o seu vigor para a boca de Luan. Sugou-o até esgota-lo. Pronto, o 2° piru já era dele, agora iria se apossar do piru maior, o piru do Rafael. Desceu o calção que ele usava revelando aquele pauzinho já duro. Este era safadinho mesmo. Não era muito grossinho, mas já era meio compridinho e começou a chupa-lo. Que boquete gostoso estava fazendo naquele cacetinho novinho de 12 anos e de brinde ainda estava ficando com todo o tesão dele.
O piru de Rafael já começava a esbolsar até um liquidozunho bem gostoso que era chupado junto com todo o pau dele. Quanto mais Rafael dormia, mais Luan lhe mamava o tabaco, lhe absorvendo todas as suas energias. O pirulito de Rafael estava tomado por um tesão noturno do qual Luan estava se alimentando, sugando mais e mais. Que essência gostosa Rafael tinha no pênis.
_A seu muleque safado. Gosta de pegar no pau dos outros enquanto dormem né. Vou absorver só a metade da tua energia sexual, pra ti poder brincar um pouquinho amanhã.
E assim Luan o fez, sugou a metade do que piru de Rafael tinha a oferecer e o largou. Com o pau durão de tanto estar absorvendo aqueles moleques, Luan pôs pra fora chegou perto da cara de Rafael e pôs um pouquinho dentro de sua boca. Luan tinha chupado energia de todos aqueles pirus e agora estava usando-a para por na boca de Rafael dormindo.
_E ai, como é sentir o tesão dos teus irmãos e até o teu próprio pulsando no meu tabaco dentro da tua boca.
A brincadeirinha durou pouco, só queria meter um pouquinho na boca de Rafael. Tinha drenado todos os pirus daquele quarto, apenas preservando parte da energia de Rafael em seu pinto.
Luan estava ancioso para que anoitecesse logo, pois dentro daquelas calças e bermudas tinham tabaquinhos deliciosos para ele mamar a vontade. Seria a 1ª vez que ele juntaria boquete com absorção, sugar a energia de um pinto usando a boca para chupar deve ser uma loucura. Ele sabia que o pinto de um menino é bem mais molinho e macio do que de um adulto, ainda mais que recentemente tinha pego e chupado o pinto de Kauan, um outro primo de 12 anos.
Determinado momento, ele deu uma olhada na mala do titio. Ele estava com o tabaco para o lado direito, de forma que longe do zíper da calça, ficava bem marcadinho, permitindo ver que o bicho era bem grandinho.
_Tomara que os filhos tenham puxado o pai, rsrsrs.
Durante o dia Luan brincou de lutinha com os meninos para dar-lhes um cansaço bem grande para que a noite fosse mais fácil de bolina-los. É claro que ele também se aproveitou da brincadeira para passar a mão em seus voluminhos. Quer ver mesmo quando caiam os 4 em um bolinho só, a mão boba se dirigia para o meio das pernas de um que estivesse com elas abertas ou até mesmo na frente da calça de um que estivesse esticado e passava a bolinar ali, saquinho, pinto tudo entrava entre aqueles dedos e passava a ser apalpado. Estranhamente, volta e meia, Luan sentia que seu volume também era apalpado em momentos propícios.
O dia processou-se e finalmente a noite chegou.
Luan preferiu dormir no chão em um colchão com o menor, restando a cama para os outros 2. Passou-se uma 1 hora no objetivo de todos ferrarem no sono, agindo em seguida.
Ele se virou, ajoelhou-se ao lado de Luan que dormia de barriga para cima, levou a sua mão até a parte da frente da bermuda do menino e abriu o zíper, enfiou sua mão lá dentro e começou a bolinar aquele pinto e o saco. Ficou um tempinho ali só pegando e sentindo aquele pinto macio que mais parecia uma borrachinha. Quando sentiu que o pinto já estava bem durinho, tirou-o pra fora e o abocanhou passando a chupar energia. Desta vez estava literalmente chupando mesmo, já que estava usando a boca pra isso. Ficou ali saboreando aquele pinto novinho e durinho que respondia ao estimulo da chupada com constantes enrijecidas. O pirulito do menino esta praticamente pulando dentro da boca que o chupava freneticamente. Parecia que estava tentando se libertar da extração que estava ganhando.
Enquanto absorvia aquele pirulito tenrinho, uma de suas mãos pegava no saquinho durinho dele logo abaixo, o apalpando muito. O pinto de Luan não expelia nenhum líquido, mas tinha uma essência especial muito docinha. Luan já o estava chupando a um bom tempo de modo que o tabaquinho de Luan começava a amolecer. Estava chupando a torto e a direito aquele pinto. Mas depois de ter arrancado fácil-fácil todo o tesãozinho dequela jebinha gostosa ele a soltou guardando-a dentro da cuequinha e bermuda do menino. Luan estava impressionado, como um menino de 8 anos podia ter tanto libido a ponto do pinto se encher de tesão e pular tanto daquele jeito. E a energia dele também era muito gostosa e até que tinha uma quantidade considerável mas que foi parar todinha dentro do tabaco de Luan que estava explodindo de tesão depois de ter consumido o pinto durinho do priminho.
Depois de ter se saciado do tabaquinho de Luan, Luan agora queria absorver o piru do irmão do meio, o do Eduardo. Então se virou para ele que para sua sorte também estava de barriga para cima e teve uma surpresa reveladora. Percebeu que Rafael estava com o braço estendido, de modo que sua mão estava enfiada dentro do short do Eduardo bem ali na frente e pensou.
_Olha só isso cara. O Refael estava se aproveitando do irmão enquanto ele dormia. É, bem que o volume aqui ta grande mesmo, provavelmente promovido pela mão dele agarrando o piru do outro. Como é que pode né, enfiou a mão dentro do short dele pra pegar no piru e acabou dormindo com a mão ali mesmo.
Então abaixou o short de seda de Eduardo vendo que a mão estava dentro da cueca mesmo e em seguida abaixou a cueca. Pode ver que o piru do Eduardo estava dentro da mão de Rafael que pegou de jeitinho o tabaquinho do irmão enquanto ele dormia. Ele tirou a mão de Rafel dali, liberando o piru que caiu ao lado. Pegou no piru e levou a boca até ele e o abocanhou passando a chupa-lo.
_Hun, que piru molinho e o bom de ficar jogando pra lá e pra cá com a língua dentro da boca.
A chupeta estava endurecendo o tabaquinho do Eduardo que era um pouco maior do que o anterior. Com o piru totalmente duro e cheio de tesão, Eduardo começou a ter sua energia tragada. Agora que seu tesão estava desperto era absorvido pela boca gulosa de Luan. De igual forma, aquele piru também dava pulinhos seguidos dentro daquela boca, era como se tivesse vida própria, cheio de energia, mas que logo seria totalmente sugada por Luan.
O tabaco de Luan estava se alimentando daquele piru. Estava roubando a ereção dele. Chupava e enfraquecia aquele piru gostosinho que perdia o seu vigor para a boca de Luan. Sugou-o até esgota-lo. Pronto, o 2° piru já era dele, agora iria se apossar do piru maior, o piru do Rafael. Desceu o calção que ele usava revelando aquele pauzinho já duro. Este era safadinho mesmo. Não era muito grossinho, mas já era meio compridinho e começou a chupa-lo. Que boquete gostoso estava fazendo naquele cacetinho novinho de 12 anos e de brinde ainda estava ficando com todo o tesão dele.
O piru de Rafael já começava a esbolsar até um liquidozunho bem gostoso que era chupado junto com todo o pau dele. Quanto mais Rafael dormia, mais Luan lhe mamava o tabaco, lhe absorvendo todas as suas energias. O pirulito de Rafael estava tomado por um tesão noturno do qual Luan estava se alimentando, sugando mais e mais. Que essência gostosa Rafael tinha no pênis.
_A seu muleque safado. Gosta de pegar no pau dos outros enquanto dormem né. Vou absorver só a metade da tua energia sexual, pra ti poder brincar um pouquinho amanhã.
E assim Luan o fez, sugou a metade do que piru de Rafael tinha a oferecer e o largou. Com o pau durão de tanto estar absorvendo aqueles moleques, Luan pôs pra fora chegou perto da cara de Rafael e pôs um pouquinho dentro de sua boca. Luan tinha chupado energia de todos aqueles pirus e agora estava usando-a para por na boca de Rafael dormindo.
_E ai, como é sentir o tesão dos teus irmãos e até o teu próprio pulsando no meu tabaco dentro da tua boca.
A brincadeirinha durou pouco, só queria meter um pouquinho na boca de Rafael. Tinha drenado todos os pirus daquele quarto, apenas preservando parte da energia de Rafael em seu pinto.
CAP. 11 - ROBERTO E O VÍDEO-GAME
No dia seguinte, Luan estava na casa de um outro colega chamado Roberto, que o convidou para jogar um video-game com ele. Entretanto, o que Luan não sabia, é que Roberto estava com segundas intenções naquele dia. Luan estava de camisa e short de helanca desses escolares e Roberto de camisa e short de nylon. Eles estavam sózinhos na casa, mais exatamente no quarto de Roberto jogando um jogo de luta. Ambos estavam sentados na cama com as pernas cruzadas, de forma que o elástico tecido do short de Luan existente entre suas pernas, era pressionado contra seu pacote, marcando bem o seu volume. O saco arredondado e o tabaco para o lado estavam bem chamativos, já que o seu pau estava bem grandinho por ter absorvido o piru de outro boy no dia anterior. Roberto sempre achou Luan tesudinho e estava secando muito ele ali entre as pernas, admirando aqueles formatos bem desenhados no short do amigo. Aquela linguicinha compridinha e gordinha ali atrás do tecido de helanca estava lhe atiçando muito. É quando ele faz a seguinte proposta à Luan:
_Ei Luan, vamos deixar o jogo mais divertido.
_Divertido, como assim?
_A sei lá... vamos apostar alguma coisa.
_I meu filho, não vai dar não. Eu não tenho dinheiro aqui não.
_A... então vamos vamos fazer tipo castigo.
_Castigo, que tipo de castigo.
_Deixa eu ver... já sei. Quem ganhar, pode fazer alguma coisa no outro, qualquer coisa que queira.
Luan percebendo as intenções de Roberto, começa a se fazer de ingênuo para facilitar e diz:
_Ta bom, pode ser.
Roberto pensa:
_Ótimo, está saindo da forma como eu planejei. Ele vai ser obrigado a deixar eu pegar no piru dele.
_Fechado então.
O jogo se inicia e Renan ganha a 1ª luta.
_Hehehei, vou aproveitar muita esse corpinho gostosinho que ele tem. Logo-logo aquele volume todo que ele tem ali entre as pernas vai estar nas minhas mãos.
Luan ganha a 2ª.
_Não adianta. O teu pacote vai ser meu de qualquer forma.
E Roberto ganha a 3ª e decisiva luta.
_Ótimo, finalmente um dos meus desejos vai se realizar e ele vai ter que deixar sem poder fazer nada.
_Droga, perdi. Vou ter que pagar a oposta agora né...
_Ahan.
_Ta bom então, fala ai o que tu quer.
_Eu quero por a minha a mão no teu short.
_No meu short, como assim?
_É simples. É só tu continuar assim como tu está, de pernas abertas e deixar eu passar a mão bem ai no meio entre as tuas pernas, por cima do short mesmo.
_A isso não.
_Tu vai ter que deixar. Tu concordo. Trato é trato.
_Pô, mas isso?
_Claro, qualquer coisa. A regra vale pra mim e pra ti. Esse foi o combinado. Tu vai ter que deixar eu pôr a mão no teu pacote e dar umas pegadinhas durante 3 minutos. Esse é o teu castigo.
_Hun, ta bom então, fazer o que né. Ta, vai, pode pegar.
Feliz da vida, Roberto dirigiu sua mão para entre as pernas de Luan onde estava o volume do garoto. Com sua grande mão virada para baixo ele apalpou o farto volume daquele short. Abria e fechava a mão na mala de Luan que não podia fazer nada, senão permitir os apertões que estava ganhando entre as pernas, bem em cima do pacote. O short era de helanca, um tecido muito fino e elástico que permitia à Roberto, sentir bem a fartura que se alojava ali dentro. Luan tinha que manter as pernas abertas para que Roberto pudesse manipular com toda a liberdade o volume que se concentrava ali. Bolas, saco, tabaco, tudo ele conseguia agarrar e apalpar, era tudo muito macio, quentinho e gostoso de pegar. Estava uma delícia passar a mão na mala de Luan, mas o tempo se esgotou, encerrando a seção de apalpamentos no pacote do menino.
É claro que Luan se fez de difícil como parte do jogo.
Os 2 voltaram a jogar enquanto Luan pensava:
_Ótimo. Esta é a oportunidade perfeita pra eu drenar o tabaco dele. Como ele tem 18 anos, certamente o pau dele deve ser grande e como ele mesmo falou, a regra vale pra ele também. Vai me dar o seu tabaco de mão beijada. Mau posso esperar para experimentar o tesão da jeba dele, rsrsrs.
Roberto olha pro volume de Luan e pensa:
_Logo vou pegar ali de novo. A cada vitória vou abusar mais dele. Na próxima vou pegar gostoso naquele saco grande que ele tem, só por cima da cueca, vou pegar gostoso naquele piru grandinho de 16 anos que ele também.
Apesar do esforço de Luan, Roberto ganha a 2ª batalha.
_E agora, o que tu vai requer fazer?
_Agora eu quero enfiar a mão dentro do teu short e pegar no teu montinho só por cima da cueca durante 5 minutos.
_Hun... tah, vai...
Sem exitar, Roberto mete sua mão dentro do short de Luan pela frente da cintura e começa a agarrar o recheio da cueca do goroto, que permanecia de pernas abertas. Era possível ver os movimentos que a mão fazia ali dentro através daquele vão de tecido entre as pernas. Roberto estava se deliciando com a mão enfiada ali dentro, pegando em tudo com a vítima sendo obrigada a deixar.
Ele apalpava o sacão de Luan, sentia as bolas dele com os dedos, agarrava o tabaco do guri, que pela flacidez denotava muita maciez proporcionando muito prazer ao pressionar. Ali Roberto dava vários apertõezinhos e apalpava sua cueca inteira dando grandes apalpadas em todo o conteúdo.
Passados os 5 minutos, retomaram o jogo com a 3ª vitória consecutiva de Roberto.
_Droga, perdi de novo. Não vai me dizer que tu vai querer pegar na minha cueca de novo?
_Não. Dessa vez eu quero que tu deite na cama durante mais 10 minutos, enquanto eu enfio a minha mão dentro da tua cueca. Tu vai ter que deixar eu pegar no teu piru por dentro do short.
_Putz... a fala sério.
_É sério. Vais ter que liberar, bem quietinho enquanto eu mexo a vontade no teu pirulito.
_Droga. Tah.
Luan se esticou na cama. Roberto se pôs ao seu lado e foi enfiando sua mão para dentro do short pela cintura e logo em seguida entrando dentro da cueca por baixo do elástico da cintura. Ultrapassado esses limites, sua mão estava mais uma vez dentro do short de Luan, mais precisamente dentro da cueca onde ele guardava o tabaco. Com a mão enfiada ali dentro, agora roberto poderia munhecar a vontade o membro do amigo que por regra teria que consentir.
Então ele pega no tabaco de Luan e começa a munhecar dando vários apertõezinhos. Como o tabaco de Luan estava abastecido com a chupeta que deu no pinto de Renan, Roberto tinha ali uma rola bem grandinha e comprida pra mexer. Pegava nas bolas, massageava o saco, voltava para o tabaco e fazia bilu-bilu em toda a extensão. Ele pegava no prepúcio de Luan e fazia movimento de elevador, trazendo a pele pra baixo e pra cima, percorrendo toda a extensão afim de deixar Luan excitado. Ele queria o deixar de pau duro.
Não resistindo a brincadeirinha que o amigo estava fazendo com o seu pênis, Luan começa a ficar de barraca armada. Aquele short elástico não oferecia nenhuma resistência ao volume que se fazia ali dentro. Roberto queria sentir o pau do amigo endurecer em sua mão, queria ver até aonde aquele cacete conseguiria crescer. Enfiar a mão dentro do short de um guri de 16 anos e descobrir ali dentro um tabacão era super-excitante para ele. Estava aproveitando muito o rolão duraço que Luan guardava dentro da cueca. Apertava muito aquele cacetão roliço e pulsante, até que o tempo esgotou-se mais uma vez.
_He he hei... na próxima eu vou chupar essa tua rola gostosa.
_Droga. Ta dificil ganhar dele. Ele ta pegando um monte no meu pau e até agora eu não chupei nenhum pouquinho do tesão dele. Aquele pau ali dentro do short deve ta bombando de tesão. Preciso chupa-lo.
Pensava isso enquanto reparava no tabacão duro de Roberto marcado no short.
Finalmente na 4ª luta Luan consegue ganhar.
_E ai, o que tu vai querer?
_Quero enfiar a mão dentro do teu short e pegar no teu pau por 5 minutos.
_Blz, pode ser.
Então Luan assim o fez. Se aproveitando que Roberto de igual forma também estava de pernas abertas, enfiou a mão dentro daquele short folgado de nylon e foi pegando no pau dele por dentro da cueca. Fechou a mão no corpo do cacete a começou a apalpa-lo. Pronto, agora ele estava sugando o tesão de Roberto, estava transferindo todo o tesão daquela jeba apetitosa para o seu tabaco. Agora era o seu piru que estava se beneficiando com todo aquele prazer.
O pau de Roberto era absorvido incontrolavelmente por Luan, que degustava o tesão maravilhoso do amigo.
_Caisse na própria armadilha. Vou retirar todo o tesão da tua pica dura e transferir para a minha. O teu prazer é meu.
Roberto estava estranhando o fato de não estar sentindo prazer algum mesmo sendo estimulado. Muito pelo contrário, seu pau estava amolecendo, perdendo todo o tesão que antes sentia. Quanto mais energia Luan drenava do tabaco viril do amigo, mais ele brochava. O tempo se esgota junto com o tesão de Roberto. Luan conseguiu arrancar todo o tesão do pau dele daquele momento.
A 5ª luta se conclui com a vitória de Roberto.
Então lhe pergunta qual seria o castigo da vez. Roberto agora queria chupar o seu tabaco durante 10 minutos.
Luan se deita mais uma vez na cama e Roberto tira o piru pra fora e o abocanha, passando a chupa-lo. Agora poderia sentir o gostinho de Luan, o gostinho do seu piru. Aquele piru molinho era amplamente manipulado e saboreado na boca de roberto que aplicava muita sucção naquele pinto de adolescente bem-dotado.
Ambos os tabacos começaram a endurecer, o piru de Luan dentro da boca de Robert e o Tabaco de roberto dentro do seu short. Era exatamente isso que Luan queria, que o tabaco de Roberto se enchesse de tesão novamente para que ele pudesse se deliciar mais uma vez na virilidade daquele cacete. Luan só chupou 1/4 da energia sexual de Roberto e queria tirar para fora o restante para ele poder absorver ainda mais.
Roberto chupava muito o cacete já duraço de Luan que espelia muita lubrificação em função do boquete que estava recebendo. Não era sempre que se tinha um tabaco tenrrinho e grande daquele dentro da boca, então o negócio era chupar muito e sugar todo o melzinho que aquela mamadeira estava produzindo.
Acabados os 10 minutos, Roberto já tinha saboreado um monte o pau de Luan.
_Rsrsrs... Pronto. O teu tabaco já ta explodindo de tesão de novo e ele vai ser todo meu. Esse plano é perfeito, deixar o guri aproveitar o meu piru para trazer a tona todo o seu tesão para que depois eu possa me saciar no tabaco dele, chupando todo o seu tesão. Na próxima vou tratar de comer toda a testosterona dele. Vou sugar a tua masculinidade pelo pau, kkkk.
Na 6ª batalha Luan ganha pedindo a mesma coisa de antes. Iria grudar no pau dele e se apossar de todo o tesão daquele caralho como uma sangue-suga faminta sugando todo o seu sangue.
Uma mão ele enfia dentro do short de Roberto e lhe agarra o pau duraço e a outra ele pega no próprio pau dentro do seu short. Queria lhe aplicar uma técnica de absorção mais rápida e eficaz que iria roubar todo o tesão de sua vítima rapidamente. Estava com muita gula do tabaco de Roberto, gostou muito da energia que saboreou da última vez que meteu a mão dentro do seu short e estava louco para chupar o resto.
Ele começa a mamar novamente o cacete de roberto. Sua energia deliciosa estava sendo drenada gulosamente por Luan. Então ele passa a transferir diretamente a energia de um tabaco para o outro, já que a sua outra mão estava segurando o seu próprio pênis que recebia diretamente o tesão do tabaco que estava sendo absorvido. Era como se fosse uma corrente direta. Assim a aspiração de força poderia ser feita com maior agilidade e aproveitamento.
Com o auxílio de ambas as mãos, Luan transferia a energia de um pau para o outro. Assim o prazer era ainda maior dada a grande quantidade de tesão sendo transferido de uma só vez. E assim Luan ficou ali absorvendo aquele cacete gostoso e rígido cheio de tesão.
Uma ponte havia se formado e muita energia passava de um tabaco para o outro. A energia sexual que o pau de Luan estava recebendo do pau de Roberto era uma delícia e lhe proporcionava muito prazer. Aquela transferência de tabaco estava uma loucura. Luan estava praticamente roubando o tabaco de Roberto que permanecia imóvel tendo que deixar.
_Hun... o que vc esta fazendo?
_Nada. Fica quietinho ai porque agora é a minha vez de se divertir.
E sugava mais e mais aquele pau suculento que estava lhe dando muita energia sexual.
_He he hei... esses 18cm vão ser meus.
E estorquia mais pênis do meio das pernas de Roberto.
_Rsrsrs... 10 minutos serão suficientes para chupar pelo menos 90% da tabaco dele. Isso me de mais tesão, eu quero mais, rsrsrs.
E assim o tabaco de Roberto ia sendo transferido para Luan. Um pau estava se alimentando do outro. O piru do Roberto começava a perder a ereção e o pau de Luan estava mais duro do que nunca, se nutrindo da energia que sugava do tabaco de sua vítima.
_Vou te ensinar a não abusar mais de meninos como eu. Depois de drenar todo o teu apetite sexual, vc não vai mais pegar no pinto de ninguém por um bom tempo.
A rola de Luan já estava enorme de tanto absorver o pênis de Roberto. Já tinha sugado demais aquele macho. Então os 10 minutos acabam. Luan tinha roubado quase todo o tabaco de Roberto, tinha secado todo o tesão daquele pau que já estava murcho.
O tempo acabou mas ele praticamente esgotou aquele macho se alimentando do tesão dele.
Então Luan disse:
_Roberto, infelizmente eu tenho que ir embora, pois já está tarde.
Roberto deu uma insistidinha básica sem sucesso e se dispidiram.
_Ei Luan, vamos deixar o jogo mais divertido.
_Divertido, como assim?
_A sei lá... vamos apostar alguma coisa.
_I meu filho, não vai dar não. Eu não tenho dinheiro aqui não.
_A... então vamos vamos fazer tipo castigo.
_Castigo, que tipo de castigo.
_Deixa eu ver... já sei. Quem ganhar, pode fazer alguma coisa no outro, qualquer coisa que queira.
Luan percebendo as intenções de Roberto, começa a se fazer de ingênuo para facilitar e diz:
_Ta bom, pode ser.
Roberto pensa:
_Ótimo, está saindo da forma como eu planejei. Ele vai ser obrigado a deixar eu pegar no piru dele.
_Fechado então.
O jogo se inicia e Renan ganha a 1ª luta.
_Hehehei, vou aproveitar muita esse corpinho gostosinho que ele tem. Logo-logo aquele volume todo que ele tem ali entre as pernas vai estar nas minhas mãos.
Luan ganha a 2ª.
_Não adianta. O teu pacote vai ser meu de qualquer forma.
E Roberto ganha a 3ª e decisiva luta.
_Ótimo, finalmente um dos meus desejos vai se realizar e ele vai ter que deixar sem poder fazer nada.
_Droga, perdi. Vou ter que pagar a oposta agora né...
_Ahan.
_Ta bom então, fala ai o que tu quer.
_Eu quero por a minha a mão no teu short.
_No meu short, como assim?
_É simples. É só tu continuar assim como tu está, de pernas abertas e deixar eu passar a mão bem ai no meio entre as tuas pernas, por cima do short mesmo.
_A isso não.
_Tu vai ter que deixar. Tu concordo. Trato é trato.
_Pô, mas isso?
_Claro, qualquer coisa. A regra vale pra mim e pra ti. Esse foi o combinado. Tu vai ter que deixar eu pôr a mão no teu pacote e dar umas pegadinhas durante 3 minutos. Esse é o teu castigo.
_Hun, ta bom então, fazer o que né. Ta, vai, pode pegar.
Feliz da vida, Roberto dirigiu sua mão para entre as pernas de Luan onde estava o volume do garoto. Com sua grande mão virada para baixo ele apalpou o farto volume daquele short. Abria e fechava a mão na mala de Luan que não podia fazer nada, senão permitir os apertões que estava ganhando entre as pernas, bem em cima do pacote. O short era de helanca, um tecido muito fino e elástico que permitia à Roberto, sentir bem a fartura que se alojava ali dentro. Luan tinha que manter as pernas abertas para que Roberto pudesse manipular com toda a liberdade o volume que se concentrava ali. Bolas, saco, tabaco, tudo ele conseguia agarrar e apalpar, era tudo muito macio, quentinho e gostoso de pegar. Estava uma delícia passar a mão na mala de Luan, mas o tempo se esgotou, encerrando a seção de apalpamentos no pacote do menino.
É claro que Luan se fez de difícil como parte do jogo.
Os 2 voltaram a jogar enquanto Luan pensava:
_Ótimo. Esta é a oportunidade perfeita pra eu drenar o tabaco dele. Como ele tem 18 anos, certamente o pau dele deve ser grande e como ele mesmo falou, a regra vale pra ele também. Vai me dar o seu tabaco de mão beijada. Mau posso esperar para experimentar o tesão da jeba dele, rsrsrs.
Roberto olha pro volume de Luan e pensa:
_Logo vou pegar ali de novo. A cada vitória vou abusar mais dele. Na próxima vou pegar gostoso naquele saco grande que ele tem, só por cima da cueca, vou pegar gostoso naquele piru grandinho de 16 anos que ele também.
Apesar do esforço de Luan, Roberto ganha a 2ª batalha.
_E agora, o que tu vai requer fazer?
_Agora eu quero enfiar a mão dentro do teu short e pegar no teu montinho só por cima da cueca durante 5 minutos.
_Hun... tah, vai...
Sem exitar, Roberto mete sua mão dentro do short de Luan pela frente da cintura e começa a agarrar o recheio da cueca do goroto, que permanecia de pernas abertas. Era possível ver os movimentos que a mão fazia ali dentro através daquele vão de tecido entre as pernas. Roberto estava se deliciando com a mão enfiada ali dentro, pegando em tudo com a vítima sendo obrigada a deixar.
Ele apalpava o sacão de Luan, sentia as bolas dele com os dedos, agarrava o tabaco do guri, que pela flacidez denotava muita maciez proporcionando muito prazer ao pressionar. Ali Roberto dava vários apertõezinhos e apalpava sua cueca inteira dando grandes apalpadas em todo o conteúdo.
Passados os 5 minutos, retomaram o jogo com a 3ª vitória consecutiva de Roberto.
_Droga, perdi de novo. Não vai me dizer que tu vai querer pegar na minha cueca de novo?
_Não. Dessa vez eu quero que tu deite na cama durante mais 10 minutos, enquanto eu enfio a minha mão dentro da tua cueca. Tu vai ter que deixar eu pegar no teu piru por dentro do short.
_Putz... a fala sério.
_É sério. Vais ter que liberar, bem quietinho enquanto eu mexo a vontade no teu pirulito.
_Droga. Tah.
Luan se esticou na cama. Roberto se pôs ao seu lado e foi enfiando sua mão para dentro do short pela cintura e logo em seguida entrando dentro da cueca por baixo do elástico da cintura. Ultrapassado esses limites, sua mão estava mais uma vez dentro do short de Luan, mais precisamente dentro da cueca onde ele guardava o tabaco. Com a mão enfiada ali dentro, agora roberto poderia munhecar a vontade o membro do amigo que por regra teria que consentir.
Então ele pega no tabaco de Luan e começa a munhecar dando vários apertõezinhos. Como o tabaco de Luan estava abastecido com a chupeta que deu no pinto de Renan, Roberto tinha ali uma rola bem grandinha e comprida pra mexer. Pegava nas bolas, massageava o saco, voltava para o tabaco e fazia bilu-bilu em toda a extensão. Ele pegava no prepúcio de Luan e fazia movimento de elevador, trazendo a pele pra baixo e pra cima, percorrendo toda a extensão afim de deixar Luan excitado. Ele queria o deixar de pau duro.
Não resistindo a brincadeirinha que o amigo estava fazendo com o seu pênis, Luan começa a ficar de barraca armada. Aquele short elástico não oferecia nenhuma resistência ao volume que se fazia ali dentro. Roberto queria sentir o pau do amigo endurecer em sua mão, queria ver até aonde aquele cacete conseguiria crescer. Enfiar a mão dentro do short de um guri de 16 anos e descobrir ali dentro um tabacão era super-excitante para ele. Estava aproveitando muito o rolão duraço que Luan guardava dentro da cueca. Apertava muito aquele cacetão roliço e pulsante, até que o tempo esgotou-se mais uma vez.
_He he hei... na próxima eu vou chupar essa tua rola gostosa.
_Droga. Ta dificil ganhar dele. Ele ta pegando um monte no meu pau e até agora eu não chupei nenhum pouquinho do tesão dele. Aquele pau ali dentro do short deve ta bombando de tesão. Preciso chupa-lo.
Pensava isso enquanto reparava no tabacão duro de Roberto marcado no short.
Finalmente na 4ª luta Luan consegue ganhar.
_E ai, o que tu vai querer?
_Quero enfiar a mão dentro do teu short e pegar no teu pau por 5 minutos.
_Blz, pode ser.
Então Luan assim o fez. Se aproveitando que Roberto de igual forma também estava de pernas abertas, enfiou a mão dentro daquele short folgado de nylon e foi pegando no pau dele por dentro da cueca. Fechou a mão no corpo do cacete a começou a apalpa-lo. Pronto, agora ele estava sugando o tesão de Roberto, estava transferindo todo o tesão daquela jeba apetitosa para o seu tabaco. Agora era o seu piru que estava se beneficiando com todo aquele prazer.
O pau de Roberto era absorvido incontrolavelmente por Luan, que degustava o tesão maravilhoso do amigo.
_Caisse na própria armadilha. Vou retirar todo o tesão da tua pica dura e transferir para a minha. O teu prazer é meu.
Roberto estava estranhando o fato de não estar sentindo prazer algum mesmo sendo estimulado. Muito pelo contrário, seu pau estava amolecendo, perdendo todo o tesão que antes sentia. Quanto mais energia Luan drenava do tabaco viril do amigo, mais ele brochava. O tempo se esgota junto com o tesão de Roberto. Luan conseguiu arrancar todo o tesão do pau dele daquele momento.
A 5ª luta se conclui com a vitória de Roberto.
Então lhe pergunta qual seria o castigo da vez. Roberto agora queria chupar o seu tabaco durante 10 minutos.
Luan se deita mais uma vez na cama e Roberto tira o piru pra fora e o abocanha, passando a chupa-lo. Agora poderia sentir o gostinho de Luan, o gostinho do seu piru. Aquele piru molinho era amplamente manipulado e saboreado na boca de roberto que aplicava muita sucção naquele pinto de adolescente bem-dotado.
Ambos os tabacos começaram a endurecer, o piru de Luan dentro da boca de Robert e o Tabaco de roberto dentro do seu short. Era exatamente isso que Luan queria, que o tabaco de Roberto se enchesse de tesão novamente para que ele pudesse se deliciar mais uma vez na virilidade daquele cacete. Luan só chupou 1/4 da energia sexual de Roberto e queria tirar para fora o restante para ele poder absorver ainda mais.
Roberto chupava muito o cacete já duraço de Luan que espelia muita lubrificação em função do boquete que estava recebendo. Não era sempre que se tinha um tabaco tenrrinho e grande daquele dentro da boca, então o negócio era chupar muito e sugar todo o melzinho que aquela mamadeira estava produzindo.
Acabados os 10 minutos, Roberto já tinha saboreado um monte o pau de Luan.
_Rsrsrs... Pronto. O teu tabaco já ta explodindo de tesão de novo e ele vai ser todo meu. Esse plano é perfeito, deixar o guri aproveitar o meu piru para trazer a tona todo o seu tesão para que depois eu possa me saciar no tabaco dele, chupando todo o seu tesão. Na próxima vou tratar de comer toda a testosterona dele. Vou sugar a tua masculinidade pelo pau, kkkk.
Na 6ª batalha Luan ganha pedindo a mesma coisa de antes. Iria grudar no pau dele e se apossar de todo o tesão daquele caralho como uma sangue-suga faminta sugando todo o seu sangue.
Uma mão ele enfia dentro do short de Roberto e lhe agarra o pau duraço e a outra ele pega no próprio pau dentro do seu short. Queria lhe aplicar uma técnica de absorção mais rápida e eficaz que iria roubar todo o tesão de sua vítima rapidamente. Estava com muita gula do tabaco de Roberto, gostou muito da energia que saboreou da última vez que meteu a mão dentro do seu short e estava louco para chupar o resto.
Ele começa a mamar novamente o cacete de roberto. Sua energia deliciosa estava sendo drenada gulosamente por Luan. Então ele passa a transferir diretamente a energia de um tabaco para o outro, já que a sua outra mão estava segurando o seu próprio pênis que recebia diretamente o tesão do tabaco que estava sendo absorvido. Era como se fosse uma corrente direta. Assim a aspiração de força poderia ser feita com maior agilidade e aproveitamento.
Com o auxílio de ambas as mãos, Luan transferia a energia de um pau para o outro. Assim o prazer era ainda maior dada a grande quantidade de tesão sendo transferido de uma só vez. E assim Luan ficou ali absorvendo aquele cacete gostoso e rígido cheio de tesão.
Uma ponte havia se formado e muita energia passava de um tabaco para o outro. A energia sexual que o pau de Luan estava recebendo do pau de Roberto era uma delícia e lhe proporcionava muito prazer. Aquela transferência de tabaco estava uma loucura. Luan estava praticamente roubando o tabaco de Roberto que permanecia imóvel tendo que deixar.
_Hun... o que vc esta fazendo?
_Nada. Fica quietinho ai porque agora é a minha vez de se divertir.
E sugava mais e mais aquele pau suculento que estava lhe dando muita energia sexual.
_He he hei... esses 18cm vão ser meus.
E estorquia mais pênis do meio das pernas de Roberto.
_Rsrsrs... 10 minutos serão suficientes para chupar pelo menos 90% da tabaco dele. Isso me de mais tesão, eu quero mais, rsrsrs.
E assim o tabaco de Roberto ia sendo transferido para Luan. Um pau estava se alimentando do outro. O piru do Roberto começava a perder a ereção e o pau de Luan estava mais duro do que nunca, se nutrindo da energia que sugava do tabaco de sua vítima.
_Vou te ensinar a não abusar mais de meninos como eu. Depois de drenar todo o teu apetite sexual, vc não vai mais pegar no pinto de ninguém por um bom tempo.
A rola de Luan já estava enorme de tanto absorver o pênis de Roberto. Já tinha sugado demais aquele macho. Então os 10 minutos acabam. Luan tinha roubado quase todo o tabaco de Roberto, tinha secado todo o tesão daquele pau que já estava murcho.
O tempo acabou mas ele praticamente esgotou aquele macho se alimentando do tesão dele.
Então Luan disse:
_Roberto, infelizmente eu tenho que ir embora, pois já está tarde.
Roberto deu uma insistidinha básica sem sucesso e se dispidiram.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
CAP. 10 - NA PISCINA COM RENAN
Luan queria se alimentar de novo e pensou em Renam, já que não havia conseguido lhe chupar muita energia da última vez. Foi até a casa dele e chegando lá, Renan estava tomando banho de piscina e o convida a entrar. Aquela era uma oportunidade perfeita para conseguir agarrar o tabaco do guri e sugar alguma energia. Ele estava usando um calção de surfista e como estava molhado, a água marcava bem o volume que se fazia ali com o velcro fazendo aquela curva característica. Luan estava com água na boca, aquele pacote parecia delicioso. Então pulou na água.
Como já era de se esperar, os 2 estavam brincando de agarramento e Luan sempre que podia, se encostava no montinho que se fazia na frente do calção de Renan, fosse com o cotovelo, perna etc, ou seja, tirava um sarrinho do maludinho, mas ainda não tinha pego com a mão.
Certo momento, Luan se põe por traz e o abraça. Uma mão ele leva pela frente mais em baixo e em um impulso rápido, dá uma apalpada na mala do amigo e tira mão rapidamente para que ele não percebesse. E assim, Luan volta e meia dava umas pegadinhas na mala de Renan por debaixo d'água. Ele levava a mão até ali e quando sentia de leve o velcro, fechava a mão no volume que ali se encontrava, mas isso muito velozmente pra não dar bandeira.
Certo momento ele o agarra por traz com braços e pernas procurando sentir o pacote do guri com o pé. Colocou o pé bem em cima do volume e passou a ficar sarrando ali, enquanto sentia o tabaco dele com o tato do pé, mas não durou muito, Renan se libertou em seguida. Porém, foi o suficiente para com o pé, Luan conseguir empurrar o tabaco do guri para o lado direito, mas afastado do velcro onde tinha tecido liso pro tabaco ficar bem marcado.
Embora estivesse dando várias apertadinhas na mala de Renan, Luan ainda não havia sugado nenhuma energia e já estava doido para sugar alguma coisa, então vai por debaixo d'água e o agarra pelas pernas tentando o derrubar e aproveita a bagunça pra dar apertões na jeba marcada no calção ali em baixo. Ele tentava o derrubar e aproveitava pra pegar gostoso no tabaco do garoto que nem se ligava, já que estava concentrado em vencer a disputa corrente. Que pênis gostoso, finalmente Luan estava sugando a energia daquele piru. Durante 1 minuto ficou parasitando o tabaco do vizinho ali em baixo e subiu por falta de ar.
Pronto, já tinha conseguido chupar um pouco da energia de Renan. Já tinha até se esquecido como o pinto dele era saboroso. Voltou agarra-lo por baixo d'água, queria dar mais apertadinhas em seu piru pra arrancar mais energia dele. E absorveu o tabaco de Renan durante mais 1 minuto.
Renan ria de Luan porque ele não conseguia o derrubar, não sabendo ele que estava caindo direitinho na armadilha de Luan, que chupava seu piru por baixo d'água toda vez que dava aquela investida. Pelas pegadas que Luan dava no pinto de Renan, já dava pra saber que o piru dele era do tipo comprido. Toda vez que Luan o atacava por baixo da água, ele aproveitava pra sugar o pinto do amigo. Aquela piru jovem estava muito gostoso. Só que Luan já estava cansado de mergulhar, de tanto trancar a respiração.
Renan partiu para cima dele, percebendo isso, Luan deixou sua mão dentro d'água, aberta na direção de Renan, bem na altura do tabaco. Era como se fosse um contra-ataque. Agora era o piru que estava vindo até ele. Luan esperava que a mala do amigo, viesse parar na palma de sua mão. E foi o que aconteceu, ao chegar bem perto, o seu pacote encaixou na mão aberta de Luan, que se fechou naquele volume suculento de Renan. Luan deu uma apalpada gostosa em Renan que riu em seguida e se afastou.
_A é, é assim é... agora você vai ver.
Luan percebendo as intenções de Renan, mau podia acreditar que aquilo estava prestes a se tornar em uma disputa de apertar tabacos. Então Renan veio para cima de Luan novamente, procurando lhe apertar o saco. Desta vez Luan poderia agarrar-lhe o pau descaradamente já que agora fazia parte da brincadeira. Finalmente tinha conseguido o pretexto perfeito.
Ao encontrar-se, as mãos procuravam os alvos por baixo da água nos calções. Luan da um puxão em Renan pra perto e começa a apalpar sua mala gostosa sobre o calção, que lhe permite pegar gostoso no pênis do garoto. Luan estava retirando muita energia dali. Mas aquele momento prazeroso de transferência de tabaco durou pouco. Renan se alvoroça um pouco e sai dali voltando em seguida.
Renan desta vez, consegue pegar no saco de Luan e começa a apertar, então para não ser prejudicado ele tira a mão de Renan de seu pacote e com as duas mãos em seus ombros, o vira em 180° rapidamente e em um pulo, o laça com os pés, prendendo seus braços ao corpo. Com os braços presos, Renan ficou totalmente indefeso e a sua mala ali na frente do calção podia ser apalpada a vontade agora. As mãos de Luan estavam livres para pegar no tabaco de Renan, ele realmente não tinha saída, seu pinto era de Luan.
_Ótimo. Agora vou drenar a energia desse piru gostoso que a minha vítima tem.
Então, Luan leva sua mão em direção a mala de Renan e o apalpa bem no tabaco e passa a dar apertõezinhos ali gostosamente. Renan ri e tenta se livrar, mas aquele agarrão estava perfeito. Luan agarrava gostoso o piru do amigo, procurando lhe absorver o tabaco.
_Adolescente gostoso, o teu piru vai ser a minha refeição de hoje, me dê todo ele.
Luan apalpa muito aquela mala apetitosa, mas ele queria o tesão de Renan. Foi onde decidiu enfiar sua mão dentro do short dele para punheta-lo. E começou a pegar no pau de Renan por dentro do short. O seu pau começava a endurecer ali dentro e logo seria absorvido por Luan que estava sedento pelo tesão do colega. Renan era facilmente excitável e já estava de pau duro. Pronto, agora era só retirar o seu tesão, chupa-lo a vontade. Foi quanto o tesão daquele pau duro e comprido passou a ser extraído. Luan estava se saciando na jeba do amigo, drenando todo o tesão daquele pau.
Renan permanecia imóvel, enquanto seu tabaco era aspirado gulosamente. Estava tentando entender o que estava sentindo. Sentia uma mão pegando em seu tabaco, apertando toda a extensão, como se tivesse o estimulando. Ele sentia que o seu tesão estava sendo concentrado na sua pica, mas não conseguia sentir o prazer propriamente dito. Era como se o seu tesão estivesse sendo chupado do tabaco. E ainda tinha aquele cansaço estranho, como se estivesse perdendo energia.
Luan estava se deliciando na pica de Renan, aquele corpinho gostoso de 14 anos, estava lhe dando muita energia, estava sugando muito toda aquela energia jovem e saborosa, com a mão enfiada dentro daquele calção apertando todo aquele pau duro.
O tabaco de Renan já começava a diminuir e conseqüentemente o de Luan aumentava. Aquela pica estava deliciosa, rendendo muita energia. Absorver a masculinidade de outro garoto era realmente excitante, chupar cada vez mais e mais um garoto enquanto o prende era uma delícia.
Cada homem tem dentro de si, mas extamente dentro do sexo, uma essência que da vasão ao apetite sexual e permite o prazer. Também é responsável pela ereção e o crescimento do pênis, sendo até descomunal em alguns casos. É exatamente esta essência que Luan fica drenando dos tabacos, é dela que ele se alimenta. Todo pênis tem esta essência mesmo que pouca. O seu prazer consiste em chupar esta essência de suas vítimas. Mesmo depois de ter sua essência totalmente consumida, a vítima naturalmente restaura esta essência dentro de si, o que permite a Luan chupar um mesmo indivíduo novamente depois de algum tempo.
Era esta a essência que Luan estava retirando do tabaco de Renan. Luan estava consumindo muita energia e já deixava sua vítima exausta, então resolve parar e o larga depois de ter chupado mais da metade daquele piru que já tinha até perdido a ereção.
_O que vc fez?
_Apertei vc bem no ponto fraco. Não era isso que vc queria fazer comigo tb?
_Pq me sinto assim então?
_Eu apertei seu saco. É natural. Fica tranquilo. Logo-logo passa.
E assim Luan sugou grande quantidade de energia daquele gostosinho do seu vizinho e estava satisfeito. A chupeta que deu no piru do Renan, não gerou nenhuma consequência danosa.
Como já era de se esperar, os 2 estavam brincando de agarramento e Luan sempre que podia, se encostava no montinho que se fazia na frente do calção de Renan, fosse com o cotovelo, perna etc, ou seja, tirava um sarrinho do maludinho, mas ainda não tinha pego com a mão.
Certo momento, Luan se põe por traz e o abraça. Uma mão ele leva pela frente mais em baixo e em um impulso rápido, dá uma apalpada na mala do amigo e tira mão rapidamente para que ele não percebesse. E assim, Luan volta e meia dava umas pegadinhas na mala de Renan por debaixo d'água. Ele levava a mão até ali e quando sentia de leve o velcro, fechava a mão no volume que ali se encontrava, mas isso muito velozmente pra não dar bandeira.
Certo momento ele o agarra por traz com braços e pernas procurando sentir o pacote do guri com o pé. Colocou o pé bem em cima do volume e passou a ficar sarrando ali, enquanto sentia o tabaco dele com o tato do pé, mas não durou muito, Renan se libertou em seguida. Porém, foi o suficiente para com o pé, Luan conseguir empurrar o tabaco do guri para o lado direito, mas afastado do velcro onde tinha tecido liso pro tabaco ficar bem marcado.
Embora estivesse dando várias apertadinhas na mala de Renan, Luan ainda não havia sugado nenhuma energia e já estava doido para sugar alguma coisa, então vai por debaixo d'água e o agarra pelas pernas tentando o derrubar e aproveita a bagunça pra dar apertões na jeba marcada no calção ali em baixo. Ele tentava o derrubar e aproveitava pra pegar gostoso no tabaco do garoto que nem se ligava, já que estava concentrado em vencer a disputa corrente. Que pênis gostoso, finalmente Luan estava sugando a energia daquele piru. Durante 1 minuto ficou parasitando o tabaco do vizinho ali em baixo e subiu por falta de ar.
Pronto, já tinha conseguido chupar um pouco da energia de Renan. Já tinha até se esquecido como o pinto dele era saboroso. Voltou agarra-lo por baixo d'água, queria dar mais apertadinhas em seu piru pra arrancar mais energia dele. E absorveu o tabaco de Renan durante mais 1 minuto.
Renan ria de Luan porque ele não conseguia o derrubar, não sabendo ele que estava caindo direitinho na armadilha de Luan, que chupava seu piru por baixo d'água toda vez que dava aquela investida. Pelas pegadas que Luan dava no pinto de Renan, já dava pra saber que o piru dele era do tipo comprido. Toda vez que Luan o atacava por baixo da água, ele aproveitava pra sugar o pinto do amigo. Aquela piru jovem estava muito gostoso. Só que Luan já estava cansado de mergulhar, de tanto trancar a respiração.
Renan partiu para cima dele, percebendo isso, Luan deixou sua mão dentro d'água, aberta na direção de Renan, bem na altura do tabaco. Era como se fosse um contra-ataque. Agora era o piru que estava vindo até ele. Luan esperava que a mala do amigo, viesse parar na palma de sua mão. E foi o que aconteceu, ao chegar bem perto, o seu pacote encaixou na mão aberta de Luan, que se fechou naquele volume suculento de Renan. Luan deu uma apalpada gostosa em Renan que riu em seguida e se afastou.
_A é, é assim é... agora você vai ver.
Luan percebendo as intenções de Renan, mau podia acreditar que aquilo estava prestes a se tornar em uma disputa de apertar tabacos. Então Renan veio para cima de Luan novamente, procurando lhe apertar o saco. Desta vez Luan poderia agarrar-lhe o pau descaradamente já que agora fazia parte da brincadeira. Finalmente tinha conseguido o pretexto perfeito.
Ao encontrar-se, as mãos procuravam os alvos por baixo da água nos calções. Luan da um puxão em Renan pra perto e começa a apalpar sua mala gostosa sobre o calção, que lhe permite pegar gostoso no pênis do garoto. Luan estava retirando muita energia dali. Mas aquele momento prazeroso de transferência de tabaco durou pouco. Renan se alvoroça um pouco e sai dali voltando em seguida.
Renan desta vez, consegue pegar no saco de Luan e começa a apertar, então para não ser prejudicado ele tira a mão de Renan de seu pacote e com as duas mãos em seus ombros, o vira em 180° rapidamente e em um pulo, o laça com os pés, prendendo seus braços ao corpo. Com os braços presos, Renan ficou totalmente indefeso e a sua mala ali na frente do calção podia ser apalpada a vontade agora. As mãos de Luan estavam livres para pegar no tabaco de Renan, ele realmente não tinha saída, seu pinto era de Luan.
_Ótimo. Agora vou drenar a energia desse piru gostoso que a minha vítima tem.
Então, Luan leva sua mão em direção a mala de Renan e o apalpa bem no tabaco e passa a dar apertõezinhos ali gostosamente. Renan ri e tenta se livrar, mas aquele agarrão estava perfeito. Luan agarrava gostoso o piru do amigo, procurando lhe absorver o tabaco.
_Adolescente gostoso, o teu piru vai ser a minha refeição de hoje, me dê todo ele.
Luan apalpa muito aquela mala apetitosa, mas ele queria o tesão de Renan. Foi onde decidiu enfiar sua mão dentro do short dele para punheta-lo. E começou a pegar no pau de Renan por dentro do short. O seu pau começava a endurecer ali dentro e logo seria absorvido por Luan que estava sedento pelo tesão do colega. Renan era facilmente excitável e já estava de pau duro. Pronto, agora era só retirar o seu tesão, chupa-lo a vontade. Foi quanto o tesão daquele pau duro e comprido passou a ser extraído. Luan estava se saciando na jeba do amigo, drenando todo o tesão daquele pau.
Renan permanecia imóvel, enquanto seu tabaco era aspirado gulosamente. Estava tentando entender o que estava sentindo. Sentia uma mão pegando em seu tabaco, apertando toda a extensão, como se tivesse o estimulando. Ele sentia que o seu tesão estava sendo concentrado na sua pica, mas não conseguia sentir o prazer propriamente dito. Era como se o seu tesão estivesse sendo chupado do tabaco. E ainda tinha aquele cansaço estranho, como se estivesse perdendo energia.
Luan estava se deliciando na pica de Renan, aquele corpinho gostoso de 14 anos, estava lhe dando muita energia, estava sugando muito toda aquela energia jovem e saborosa, com a mão enfiada dentro daquele calção apertando todo aquele pau duro.
O tabaco de Renan já começava a diminuir e conseqüentemente o de Luan aumentava. Aquela pica estava deliciosa, rendendo muita energia. Absorver a masculinidade de outro garoto era realmente excitante, chupar cada vez mais e mais um garoto enquanto o prende era uma delícia.
Cada homem tem dentro de si, mas extamente dentro do sexo, uma essência que da vasão ao apetite sexual e permite o prazer. Também é responsável pela ereção e o crescimento do pênis, sendo até descomunal em alguns casos. É exatamente esta essência que Luan fica drenando dos tabacos, é dela que ele se alimenta. Todo pênis tem esta essência mesmo que pouca. O seu prazer consiste em chupar esta essência de suas vítimas. Mesmo depois de ter sua essência totalmente consumida, a vítima naturalmente restaura esta essência dentro de si, o que permite a Luan chupar um mesmo indivíduo novamente depois de algum tempo.
Era esta a essência que Luan estava retirando do tabaco de Renan. Luan estava consumindo muita energia e já deixava sua vítima exausta, então resolve parar e o larga depois de ter chupado mais da metade daquele piru que já tinha até perdido a ereção.
_O que vc fez?
_Apertei vc bem no ponto fraco. Não era isso que vc queria fazer comigo tb?
_Pq me sinto assim então?
_Eu apertei seu saco. É natural. Fica tranquilo. Logo-logo passa.
E assim Luan sugou grande quantidade de energia daquele gostosinho do seu vizinho e estava satisfeito. A chupeta que deu no piru do Renan, não gerou nenhuma consequência danosa.
Assinar:
Postagens (Atom)