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sábado, 3 de agosto de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Cap. 5 - CRIATURAS DO OUTRO MUNDO - Parte 4
Como os filhotes rescem-nascidos eram frágeis, não tinham como segurar uma vítima para parasitar, então foram em busca de presas fáceis. Um filhote invadiu uma casa e entrou num quarto onde dormiam dois irmãos, 1 de 12 e outro de 14 anos. Ambos dormiam de barriga para cima de calção samba-canção e como seus paus estavam duros, estavam de barraca armada, ou seja, um prato cheio para o parasita.
Silenciosamente, conduziu seus tentáculos sangue-sugas em direção aos shorts dos meninos, entraram pela abertura das pernas e começaram a engolir o pirulito deles enquanto dormiam. Instintivamente a criatura começou a sugá-los. Os tentáculos se enchiam com a essência masculina deles e as tragava para a criatura. Bolas de volumes saíam de seus calções pelos tentáculos direto para a criatura.
Dormindo, eles nem percebiam seus pinguelos sendo chupados e que respondiam ficando cada vez mais duros por causa dos estímulos que recebiam.
Mas aquele filhote ainda precisava sugar os fluidos seminais de suas vítimas para completar seu desenvolvimento, então injetou alguns tentáculos menores nas bolsas escrotais deles e começou a drenar e esvaziar os sacos dos meninos. Mas eles eram muito novos, ainda não produziam os líquidos seminais que a criatura precisava e nem tão pouco seus sacos tinham esperma para chupar.
A criatura suga todos os fluidos que os garotos tinham dentro do saco mesmo não encontrando o que queria em nenhum deles, restando-lhe acabar de sugar seus paus e energia masculina.
Continuou mamando seus cacetes de médio porte até absorver toda a essência dos garotos. Saiu dali e se dirigiu para um outro quarto onde localizou um rapaz de 18 anos dormindo de barriga para cima. Neste certamente encontraria o que precisava para se desenvolver.
Então avançou calmamente para cima do rapaz com seu tentáculo. Entrou para dentro do short pela abertura da perna e em seguida, levantou um pouco a cueca e entrou, foi engolindo o tabacão mole dele caído ao lado e penetrando seus finos tentáculos no saco, iniciando a drenagem. Este era avantajado e totalmente desenvolvido.
Agora sim, tratava-se literalmente de um filhote mamando e se alimentando como se fosse um bezerro chupador de rolas e aquele ali possuía uma bela de uma rola para se mamar. Seu tentáculo começou a drenar o esperma do saco assim como todos os outros fluidos que ali existiam em abundância. A bolsa escrotal dele era grande assim como o cacete e estava cheinha de esperma. Aquele filhote havia encontrado dentro daquela cueca um verdadeiro banquete.
O saco dele ia esvaziando gradativamente conforme a criatura o sugava, inclusive seu tabacão, ia emagrecendo e afinando, literalmente perdendo volume pois também era sugado. O tentáculo enfiado dentro daquele short absorvia e bombiava grandes somas de fluidos para criatura. Aquele rapaz possuía muita masculinidade e uma grande equipamento, mas estava sendo absorvido esfomeadamente.
Aquele machinho gostoso e tabacudo deu toda a sua masculinidade para a criatura, que chupou o seu cacetão até o caroço. Esvaziou o saco dele e deixou o pau dele murcho murcho.
Invadiu mais algumas casas e parasitou mais alguns moços esvaziando o seus sacos, bebendo suas porras e chupando os seus cacetes. Com a barriga cheia de esperma, completou o seu desenvolvimento.
Dormindo, eles nem percebiam seus pinguelos sendo chupados e que respondiam ficando cada vez mais duros por causa dos estímulos que recebiam.
Mas aquele filhote ainda precisava sugar os fluidos seminais de suas vítimas para completar seu desenvolvimento, então injetou alguns tentáculos menores nas bolsas escrotais deles e começou a drenar e esvaziar os sacos dos meninos. Mas eles eram muito novos, ainda não produziam os líquidos seminais que a criatura precisava e nem tão pouco seus sacos tinham esperma para chupar.
A criatura suga todos os fluidos que os garotos tinham dentro do saco mesmo não encontrando o que queria em nenhum deles, restando-lhe acabar de sugar seus paus e energia masculina.
Continuou mamando seus cacetes de médio porte até absorver toda a essência dos garotos. Saiu dali e se dirigiu para um outro quarto onde localizou um rapaz de 18 anos dormindo de barriga para cima. Neste certamente encontraria o que precisava para se desenvolver.
Então avançou calmamente para cima do rapaz com seu tentáculo. Entrou para dentro do short pela abertura da perna e em seguida, levantou um pouco a cueca e entrou, foi engolindo o tabacão mole dele caído ao lado e penetrando seus finos tentáculos no saco, iniciando a drenagem. Este era avantajado e totalmente desenvolvido.
Agora sim, tratava-se literalmente de um filhote mamando e se alimentando como se fosse um bezerro chupador de rolas e aquele ali possuía uma bela de uma rola para se mamar. Seu tentáculo começou a drenar o esperma do saco assim como todos os outros fluidos que ali existiam em abundância. A bolsa escrotal dele era grande assim como o cacete e estava cheinha de esperma. Aquele filhote havia encontrado dentro daquela cueca um verdadeiro banquete.
O saco dele ia esvaziando gradativamente conforme a criatura o sugava, inclusive seu tabacão, ia emagrecendo e afinando, literalmente perdendo volume pois também era sugado. O tentáculo enfiado dentro daquele short absorvia e bombiava grandes somas de fluidos para criatura. Aquele rapaz possuía muita masculinidade e uma grande equipamento, mas estava sendo absorvido esfomeadamente.
Aquele machinho gostoso e tabacudo deu toda a sua masculinidade para a criatura, que chupou o seu cacetão até o caroço. Esvaziou o saco dele e deixou o pau dele murcho murcho.
Invadiu mais algumas casas e parasitou mais alguns moços esvaziando o seus sacos, bebendo suas porras e chupando os seus cacetes. Com a barriga cheia de esperma, completou o seu desenvolvimento.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
4 - CRIATURAS DO OUTRO MUNDO - Parte 3
A criatura passou pelo portal e agora no universo humano, tinha uma quantidade imensa de presas para se alimentar. Ela estava no centro tecnológico e no cair da noite, saiu a caça.
Havia um guarda na parte externa fazendo sua ronda. Ele estava de uniforme, com uma calça de tecido bem fino que fazia um bom volume na frente onde estava seu pacote. O zíper fazia até uma volta contornando sua malona.
A criatura percebendo ele e sua calça recheada foi se aproximando lentamente. Sem que o guarda pudesse perceber, tentáculos se aproximavam de sua apetitosa mala e quando chegaram bem perto, agarraram-no pela cintura, prendendo seus braços juntos ao corpo. Agora a criatura poderia chupá-lo a vontade.
Então, ela gruda uma tromba na frente da calça do rapaz, bem no volume e começa a sugar tabaco.
Ele senti alguma coisa acontecendo em seus dotes e olha para aquela coisa grudada em sua calça, que começa a se encher com algo e em seguida bombiar volumes para uma criatura que ele nunca vira antes. Aquilo grudado nele lembrava um desentupidor pelo formato e se contraia como se estivesse mamando alguma coisa e o pior é que ele sentia seu tabaco e seu saco sendo contraídos.
Gomas e mais gomas de prazer saiam de sua mala, conduzidas direto para a criatura através daquele tentáculo que se fixara na região de seu zíper.
O rapaz indefeso e assustado não entendia o que estava acontecendo, que coisa era aquela grudada ali na frente de sua calça bem no seu volume. Preso daquele jeito, não podia se mexer, pois com os braços imobilizados, não conseguia impedir aquela coisa atracada em sua mala de ficar lhe bolinando os volumes.
Era evidente que o objetivo da criatura era pegar em seu pacote, pois a forma como estava preso visava claramente o acesso aos seus dotes masculinos. A voracidade com a qual aquilo mamava em seu volume, lembrava um animal que não come a dias, pela forma como o sugava. Ainda mais vendo aquele tentáculo bombiando alguma coisa de sua calça que o monstro sugava sem parar. Podia até sentir seu tabaco sendo emagrecido, perdendo sua robustez e volume.
A masculinidade daquele jovem ia sendo absorvida constantemente, nutrindo aquele ser enquanto estava preso. A criatura se alimentava aspirando toda a sua energia, arrancando-a diretamente de dentro de sua cueca. Ele tentava desesperadamente se libertar, pois sabia que aquilo estava lhe sugando algo entre as pernas, mesmo por cima da roupa. Aquela coisa grudada nele, parecia uma boca sangue-suga, tipo um bezerro que gruda numa teta pra ficar sugando leite, como se o que ele tivesse dentro da calça fosse uma fonte de alimento para se fixar e ficar mamando a vontade.
Ele se sentia impotente, pois mesmo sendo um macho, sentia seu cacete sendo drenado ali dentro e mais fraco a medida que a coisa acontecia.
A criatura o mamou até esgotá-lo completamente e foi atrás de outro macho para sugar.
Encontrando um outro jovem guarda, o agarra, gruda em sua mala, abre-lhe o zíper, adentra a calça e abocanha sua cueca passando a mamar-lhe no rolão. Outros pequenos tentáculos saíram e começaram a penetrar para dentro da cueca pelas aberturas laterais. Grudaram no saco e no tabaco dele e começaram a chupar o sangue do tabaco e os líquidos seminais do saco. Não apenas estava absorvendo a essência dele como também todos os fluidos escrotais e seminais.
Percebendo que aquilo estava lhe chupando na mamadeira, o rapaz geme e se esperneia, mas o firme laço o impede de escapar. A tromba envolveu a frente de sua cueca e mamava nela, buscando absorver vida dele, mamava bem no ponto fértil, esvaziando seu saco e seu tabaco.
A criatura buscava sugar o máximo de energia possível para alimentar suas crias que estavam em seu ventre e aquele macho estava sendo uma ótima fonte de alimento com aquele tabacão naquela cueca bem recheada.
Ele era drenado rapidamente e tudo que saia dele era sugado pelos filhotes que se alimentavam de sua masculinidade e nada podia fazer preso por aqueles tentáculos
_Não... o que é isso. O que está acontecendo? Sinto como se estivessem roubando o sangue do meu pau e esvaziando o meu saco?
E nisso a tromba bombiava sua essência masculina, que nutria os filhotes. O pau afinava e o saco murchava conforme a criatura o drenava.
A absorção continuou até esgotá-lo. Depois de já ter colhido todo o material seminal daqueles machos, conseguiu o suficiente para nutrir e desenvolver seus filhotes que nasceram e saíram para se alimentar.
Havia um guarda na parte externa fazendo sua ronda. Ele estava de uniforme, com uma calça de tecido bem fino que fazia um bom volume na frente onde estava seu pacote. O zíper fazia até uma volta contornando sua malona.
A criatura percebendo ele e sua calça recheada foi se aproximando lentamente. Sem que o guarda pudesse perceber, tentáculos se aproximavam de sua apetitosa mala e quando chegaram bem perto, agarraram-no pela cintura, prendendo seus braços juntos ao corpo. Agora a criatura poderia chupá-lo a vontade.
Então, ela gruda uma tromba na frente da calça do rapaz, bem no volume e começa a sugar tabaco.
Ele senti alguma coisa acontecendo em seus dotes e olha para aquela coisa grudada em sua calça, que começa a se encher com algo e em seguida bombiar volumes para uma criatura que ele nunca vira antes. Aquilo grudado nele lembrava um desentupidor pelo formato e se contraia como se estivesse mamando alguma coisa e o pior é que ele sentia seu tabaco e seu saco sendo contraídos.
Gomas e mais gomas de prazer saiam de sua mala, conduzidas direto para a criatura através daquele tentáculo que se fixara na região de seu zíper.
O rapaz indefeso e assustado não entendia o que estava acontecendo, que coisa era aquela grudada ali na frente de sua calça bem no seu volume. Preso daquele jeito, não podia se mexer, pois com os braços imobilizados, não conseguia impedir aquela coisa atracada em sua mala de ficar lhe bolinando os volumes.
Era evidente que o objetivo da criatura era pegar em seu pacote, pois a forma como estava preso visava claramente o acesso aos seus dotes masculinos. A voracidade com a qual aquilo mamava em seu volume, lembrava um animal que não come a dias, pela forma como o sugava. Ainda mais vendo aquele tentáculo bombiando alguma coisa de sua calça que o monstro sugava sem parar. Podia até sentir seu tabaco sendo emagrecido, perdendo sua robustez e volume.
A masculinidade daquele jovem ia sendo absorvida constantemente, nutrindo aquele ser enquanto estava preso. A criatura se alimentava aspirando toda a sua energia, arrancando-a diretamente de dentro de sua cueca. Ele tentava desesperadamente se libertar, pois sabia que aquilo estava lhe sugando algo entre as pernas, mesmo por cima da roupa. Aquela coisa grudada nele, parecia uma boca sangue-suga, tipo um bezerro que gruda numa teta pra ficar sugando leite, como se o que ele tivesse dentro da calça fosse uma fonte de alimento para se fixar e ficar mamando a vontade.
Ele se sentia impotente, pois mesmo sendo um macho, sentia seu cacete sendo drenado ali dentro e mais fraco a medida que a coisa acontecia.
A criatura o mamou até esgotá-lo completamente e foi atrás de outro macho para sugar.
Encontrando um outro jovem guarda, o agarra, gruda em sua mala, abre-lhe o zíper, adentra a calça e abocanha sua cueca passando a mamar-lhe no rolão. Outros pequenos tentáculos saíram e começaram a penetrar para dentro da cueca pelas aberturas laterais. Grudaram no saco e no tabaco dele e começaram a chupar o sangue do tabaco e os líquidos seminais do saco. Não apenas estava absorvendo a essência dele como também todos os fluidos escrotais e seminais.
Percebendo que aquilo estava lhe chupando na mamadeira, o rapaz geme e se esperneia, mas o firme laço o impede de escapar. A tromba envolveu a frente de sua cueca e mamava nela, buscando absorver vida dele, mamava bem no ponto fértil, esvaziando seu saco e seu tabaco.
A criatura buscava sugar o máximo de energia possível para alimentar suas crias que estavam em seu ventre e aquele macho estava sendo uma ótima fonte de alimento com aquele tabacão naquela cueca bem recheada.
Ele era drenado rapidamente e tudo que saia dele era sugado pelos filhotes que se alimentavam de sua masculinidade e nada podia fazer preso por aqueles tentáculos
_Não... o que é isso. O que está acontecendo? Sinto como se estivessem roubando o sangue do meu pau e esvaziando o meu saco?
E nisso a tromba bombiava sua essência masculina, que nutria os filhotes. O pau afinava e o saco murchava conforme a criatura o drenava.
A absorção continuou até esgotá-lo. Depois de já ter colhido todo o material seminal daqueles machos, conseguiu o suficiente para nutrir e desenvolver seus filhotes que nasceram e saíram para se alimentar.
terça-feira, 12 de março de 2013
CDZ - Ep 35 - Araknem de Tarântula absorve a cosmo-energia de Seya
Abaixo um vídeo similar na versão CDZ - ômega
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
CRIATURAS DO OUTRO MUNDO - Parte 2
Algumas horas depois...
A criatura foi para o acampamento atraída pelo feromônio dos rapazes. Quando chegou lá havia apenas um soldado que estava a fazer qualquer coisa. Ela se pôs a observá-lo que nem percebeu um tentáculo da criatura se aproximando lentamente. Ela parecia querer se alimentar novamente.
Quando a tromba estava bem perto dele, em um movimento rápido, gruda na frente de sua calça certeiramente em cima dos órgãos sexuais e começa a sugar tabaco do soldado.
A criatura abri sua calça como fez com o outro. Ele tenta remover a tromba, mas outros tentáculos o prendem. Este rapaz estava sem cueca, então quando a tromba entra pela calça, encontra o tabaco dele solto e começa a engoli-lo e chupá-lo. As paredes internas da tromba começaram a se movimentar pra frente e pra trás, simulando uma masturbação, o que logo desencadeia a ereção dele.
Em pouco tempo o rapaz estava com o pau duraço e aquela coisa lhe chupando, absorvendo seu cacete. A tromba começou a se contrair e roubar alguma coisa dele, pois aqueles volumes estavam se formando, saindo da parte fixada em sua calça e indo direto para a criatura.
_Droga, o que é isso, o que está acontecendo.
Mau sabia ele que a criatura estava sugando seu pênis, absorvendo sua masculinidade, pois aparentemente era disso que ela se alimentava.
Derrepente um outro soldado aparece e vendo a situação tenta intervir, mas é impedido e imobilizado pelos tentáculos. Ele era negro e ostentava um grande volume em sua calça e imobilizado daquele jeito faria a criatura falar caso pudesse: Outro tabacão para eu sugar.
Na seqüencia, ela também grudou um dos tentáculos na frente da calça daquele 2° homem e logo já foi abrindo o zíper e adentrando para apalpar volumes. Aquele órgão interno do tentáculo abocanhou a mala dele e começou a sugá-la através de uma sucção que também começou a arrancar volumes um após o outro.
_Ah! Meu saco.
Agora a criatura tinha 2 machos para chupar e estava drenando os 2 ao mesmo tempo, com duas trombas chupando-os na masculinidade de cada um.
_Droga! O que está havendo? (2° homem)
_Eu acho que essa, é uma criatura deste mundo e ahhhh! (sucção).
_E essas coisas grudadas em nós?
_Eu, eu acho que estão sugando os nossos paus.
_A merda!
Aquela coisa já estava um bom tempo chupando o pirulito de um e mamando no saco e no pau do outro. Já estavam exaustos quando um cientista chega e vê a cena.
Imediatamente, um tentáculo gruda no volume da calça dele também que começa a ceder masculinidade instantaneamente. Agora a criatura tinha 3 tabacos para ordenhar. Em seguida abriu sua calça para ter acesso a cueca e logo entrou e abocanhou tudo aquilo dele também. Todos aqueles volumes saindo das suas calças e indo direto para a criatura, era um verdadeiro banquete de testosterona.
Em seguida chega um outro soldado, que vendo aquilo mira na criatura, mas é interrompido por uma tromba que acaba de se fixar na frente de sua calça. Sua mala começa a ser chupinhada através de tragadas que começam a levar sua masculinidade embora direto para a criatura, que passa a receber a essência daquele 4° macho.
_Rápido, atire nesta coisa antes que drene todos os nossos paus. (cientista)
Mesmo com aquilo grudado na mala lhe chupando o tabaco, ele atira na criatura, que por sua vez os larga e foge dali.
Eles se recompôem e vão em auxílio dos outros 2. Eles não resistem. O outro cientista faltante chega e é colocado a par da situação e fazem alguns exames. Conversam:
_Me parece que se trata de um parasita nativo deste mundo.
_E o que ele parasita exatamente?
_Nós. Era o que ele estava fazendo quando vc chegou, nos sugando.
_Mas aquelas coisas grudaram nas nossas malas.
_Exatamente. É disso que ela se alimenta, da nossa "masculinidade". É como se absorvesse nossa essência masculina, nossa força, energia, disposição física, testosterona, líquidos seminais, nutriêntes e outras coisas necessárias à vida, inclusive o próprio órgão sexual em si.
_Como assim o próprio órgão sexual em si?
_Analisando as vítimas, podemos observar que seus pênis e saco escrotal, estavam bastante murchos e desidratados, reduzidos à um tamanho incomum para a idade adulta.
_Vc quer dizer que essa coisa se alimenta chupando nossos paus e a nossa energia.
_Sim. Eu mesmo senti aquela coisa grudada na minha calça abrir meu zíper, entrar e grudar na minha cueca e algum processo de absorção se iniciar, pois aquilo começou a mamar na minha mala literalmente, senti até uma leve fraqueza quando aquilo começou. Então eu vi o tentáculo grudado na minha calça começar a se contrair como estavam fazendo nos outros 2. Era como se minha cueca estivesse sendo esvaziada, pois vi até volumes saindo das nossas calças e indo para a criatura através daqueles tentáculos.
_Eu acredito que os soldados de ontem foram mortos por esta coisa. Ela deve ter sugado os seus cacetes até o fim e deve ter aprendido com eles, pois até os nossos zíperes ela abriu para sugar melhor.
_Droga! E aquilo chegou a me chupar um pouco.
_Para sua sorte, espero que ela não tenha gostado do sabor, pois pode querer sugar mais.
_Nenhuma criatura do outro mundo vai chupar o meu pau.
No dia seguinte, faltando apenas uma hora para a abertura automática do portal, a criatura reaparece e parecia estar com fome. Ela 1° prende o soldado antes que pudesse alcançar a arma. Com os braços presos ao corpo, um tentáculo gruda em seu mojave e começa a mamar. Parece que realmente ela queria mais.
Os outros 2 tentam correr, mas também são pegos. Imobilizados, ela abocanha a frente de suas calças e começa a absorver masculinidade. Os 2 cientistas eram novinhos e seus tabacos estavam sendo deliciados pela criatura que absorvia muita energia dos 2.
_Droga denovo não.
Aquele que ainda não havia sido chupado falou:
_Essa sensação é terrível. Me sinto como uma laranja sendo exprimida.
O desconforto era muito grande, mas nada podiam fazer presos daquele jeito. Enquanto isso os tentáculos já grudados em suas cuecas, saboreavam cada parte das suas malas. Cada sugada era um suspiro. Ondas e mais ondas eram trazidas de suas malas para satisfazer a criatura.
Ficaram ali presos e perdendo os seus paus por algum tempo até que foram totalmente consumidos.
O portal se abriu, mas ninguém pode ver nada, não havia ninguém ali para regressar.
O portal se fecha, mas alguma coisa passou por ele.
domingo, 2 de dezembro de 2012
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