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sábado, 20 de outubro de 2012

CAP. 18 - A BRINCADEIRA CONTINUA

Como Luan e Bruninho ainda estavam na rede, continuaram a brincadeira. Bruninho pulou para cima de Luan para lhe fazer cócegas na barriga embora estivesse fitando os olhos em outra coisa sendo o seu objetivo outro. Sem que Luan percebesse ele foi levando a mão mais embaixo. Com uma ele fazia cócegas e com a outra ele ia envolvendo a sunga de Luan. Queria pegar em seu tabaco também. Ele nem percebeu destraído pelas cócegas, quando se deu conta, Bruno já estava apalpando seu pacotão ali na sunga.
Bruninho começou a pegar gostoso em todo o volume de Luan, lhe apalpando o tabaco que estava guardado ao lado, estava pegando na jebona do primo, apertando toda ela dentro da sunga que também estava bem cheinha.
Estava se esbaldando no saco do primo, pegando gostoso na sua sunga bem preenchida. Claro que Luan estava facilitando, para o garoto pegar bastante na sua mala. Entretanto, lentamente, Luan foi conduzindo sua mão até a parte da frente do short que Bruninho usava, um short de malha bem maleavel e fininha, de modo que se formava até um montinho na frente onde estava a malinha do menino. Luan pôs a mão ali e com a ajuda dos dedos, passou a apalpar aquele montinho ali no short entre as pernas do garoto. Era bem macio e quentinho e realmente tinha algo ali para se ficar pegando, era a malinha do menino que passava a ser apalpada pelo primo maior.
Aquele montinho entre os dedos de Luan era constantemente pressionado, permitindo-o sentir gostoso o tabaquinho do menino. Ambos estavam desfrutando de seus pirus, Luan o do menino e Bruninho pegando na sunga de Luan, agarrando o seu jebão.
Então, em um certo momento, Bruno começa a sentir um formigamento em seu montinho dentro do short. Era Luan começando a aspirar sua energia. Luan começava a chupar o tabaquinho dele, absorvendo o seu piru e o tesãozinho que ele estava sentindo ali. Era um lanchinho muito saboroso.
_Ótimo, vou sugar todo esse tabaquinho aqui até esgota-lo.
Nisso, Bruninho larga a malona de Luan e tenta remover a mão de Luan do seu voluminho, em vão é claro pela diferença de forças. Enquanto o menino tentava tirar a mão dali, mais tesão Luan roubava de seu piruzinho. Apertõezinhos e mais apertõezinhos eram aplicados na malinha do garoto, permitindo a Luan sentir bem seu saquinho e pinto ao tempo que chupava muita energia dali. Estava uma delícia ficar saboreando ele principalmente pela facilidade de ficar absorvendo o seu piru.
Por mais que usasse as duas mãos para se livrar, nada ele conseguia pois a mão de Luan continuava ali, estimulando e sugando toda a vitalidade daquele pacotinho macio e tenrrinho. Luan punhetava o menino por cima do short mesmo que ficava com o pau durinho, durinho, fonecendo muita energia sexual para ele. Aquela chupeta estava gostosa demais, o tabacão de Luan se alimentando dequele piru durinho que exalava muita energia.
Aquela chupeta durou mais alguns minutos até que a energia do pinto dele secou, Luan chupou toda ela. Ficaram ali descansando um pouco e depois é depois.

CAP. 17 - APRECIANDO DE CAMAROTE

Ao chegarem na casa, mais gente havia chegado, dentre eles um primo chamado Leonardo que já estava até de sunga. Após os comprimentos, algumas horas se passaram e eles já estavam se divertindo na rede, uma rede resistente onde estavam Luan, Leonardo e um outro primo menor.
Leonardo era gostoso, fortinho, estava de sunga preta exibindo um baita volume na frente, uma jeba bem roliça e grossinha. Na rede eles brincavam de cócegas. Foi quando Luan prendeu as mãos de Leonardo, para que Bruno pudesse se aproveitar. Entendendo o recado Bruninho, começou a fazer cócegas na barriga de Leonardo que começou a rir.
Aquela mala gostosa ali na frente dando sopa estava muito tentadora, então Luan foi gradativamente empurrando todas as mãos para baixo de modo que as mãos de Bruno que estavam a fazer cócegas passaram a se aproximar cada vez mais da sunga de Leonardo. Luan continuou o movimento só para ver no que dava. Continuou  a empurrar até que as mão do Bruninho chegaram em cima da mala de Leonardo e para sua surpresa, o menino não parou, muito pelo contrário, em vez de cócegas passou a apalpar o pacote do primo que estava ali na sunga.
As risadas continuaram..., ao ver que o menino estava tomando gosto pela coisa e que apreciar aquela cena ali estava uma delícia, Luan tratou de segurar ainda mais firme as mãos e o corpo de Leonardo, afim de garantir que o seu pacotão pudesse ser explorado avontade pelo primo menor de   9 anos. Ver aquelas pequenas mãos se enchendo naquele farto volume que aquela sunga ostentava ali na frente estava muito excitante. Volume tal que mau cabia em suas mãos, mas dava para perceber que estava muito macio conforme ia pegando. Parecia ser para ele como uma novidade.
Leonardo se contorcia um pouco enquanto aquelas mãozinhas continuavam a explorar todo o recheio daquela sunga com a ajuda de Luan. Bruno dava uns apertõezinhos mais em baixo onde ficava o saco e com a outra mão agarrava o tabaco de Leonardo que estava atravessado no lado esquerdo. Como era grande demais para sua mão ele segurava e ia apalpando de fora a fora, dando muitas apalpadas.
Provavelmente pensava como podia aquele piru ser tão grande e tão maior que o dele aponto de não caber na mão e dava mais apertões pra sentir bem o tabaco do primo guardado ali dentro da sunga.
Luan podia observar nitidamente a rola ali dentro da sunga se comprimindo dentro da mão conforme ela se fechava no volume e se expandindo novamente conforme a mão afrouxava, em função da elasticidade da sunga, do piru e do saco de Leonardo.
Bruno nunca antes havia colocado a mão na sunga de ninguém e muito menos apalpado os volumes que ali dentro se encontravam e ter agora aquela sunga farta e bem recheada ali na sua frente e poder mecher nela avontade estava uma delicia até mesmo para ele, então apalpava mais e mais os recheios da sunga do primo gostoso, lhe apertando bastante o tabaco marcado ao lado.
Aquelas pequenas mãos apertavam ritmadamente aquele piruzão sob a sunga, dando a Leonardo muito tesão, que se concentrava para não ficar de pau duro ali. A criança estava se aproveitando muito do primo indefeso, que tinha a sunga constantemente massageada e apalpada. Leonardo tentava se libertar enquanto seu tabaco ia sendo bolinado pelo primo menor, lhe desconcentrando totalmente. Ficou sendo apalpado mais alguns instantes até que conseguiu se soltar, pulando da rede.
Leonardo saiu fora pois seu pau estava crescendo dentro da sunga.

CAP. 16 - NA PRAIA

Em um final de semana qualquer, a família de Luan resolveu pousar na casa de praia de uns parentes, tios dele. Chegaram na tal casa, poucas pessoas presentes, logo foram para a praia. Ao chegarem, Luan percebeu uma grande aglutinação de pessoas em determinada parte na água e resolveu ir conferir. Ao chegar lá, viu que tinham muitos garotos brincando, fazendo bastante bagunça na água, um pulando por cima do outro e coisas do tipo. Percebendo a oportunidade, tratou de se enturmar com a meninada e entrou na brincadeira tb. Eram todos novinhos, da mesma idade que ele mais ou menos. Todos eles estavam de sunga e algumas eram até bem recheadas, o que era possivel verificar quando eles pulavam.
Estava um alvoroço só e com isso muitas malas apetitosas transitavam por ali, bem perto de Luan por dentro d'água e é claro que ele não perderia a oportunidade de pegar em algumas. Ele começa então a entrar em ação passando a mão no pacote de um dos meninos que não esbolsou nenhuma reação. Passou a mão em outra mala e nada tb.
Vendo que a coisa estava fácil, resolveu apalpar e assim foi. Volta e meia ele apalpava um deles. Sua mão ia de encontro a frente da sunga de sua vítima, fechava a mão no pacote, dava umas apertadinhas e largava. Estava ótimo ficar se aproveitando de tantas malas ali ao mesmo tempo. Era a 1ª vez que algo assim acontecia e eles não estavam percebendo mesmo pq nenhum deles estava de pau duro nem nada.
Certo momento ele conseguiu pegar em 2 deles ao mesmo tempo, uma mão em cada mala, apalpando ao mesmo tempo. Era um piru mais gostoso do que o outro. Uns guardados de lado, outros caidos para frente, mas todos bem macios e gostosos de pegar.
Luan concluiu que todas aquelas rolas juntas, dariam uma quantidade enorme de energia. Ele tinha ali um verdadeiro banquete e seria uma delícia arrancar tudo aquilo das sungas deles. Iria lanchar um por um. Foi quando teve uma fabulosa idéia e falou:
_Pega o Betinho.
E todos pularam em cima do guri o prendendo, inclusive Luan, que sem perder tempo, tratou de passar a mão na frente da sunga do garoto onde tinha um belo mojave. O agarrou bem ali e passando a aplicar apalpadas ritmadas se apossando da energia do jovem. O menino estava imobilizado com tantos o segurando, o que permitia a Luan apalpa-lo avontade bem na sunga onde tinha guardado o seu tabaco gostoso.
Ninguém percebia nada, já que estava o agarrando abaixo do nível da água. A medida que fechava a mão e afrouxava ritmadamente, conseguia absorver tesão dali. Luan estava aproveitando cada segundo, apertando o volume que aquela sunga tinha bem ali na frente, pra sugar cada vez mais energia daquele tabaco suculento e jovem. Mas ele sabia que ele não ficaria preso tempo suficiente para ser totalmente chupado, então sugou o seu piru o quanto pode até que eles o soltaram.
Naturalmente na seqüência, outro foi preso possibilitando a Luan se fartar em outra mala bem recheada. Após grudarem no próximo garoto, o pacote ali em baixo ia sendo envolvido por uma mão que começava a apalpa-lo. Luan estava absorvendo mais um tabaco gostoso e juvenil facilmente, se aproveitando da situação. Usava os dedos para sentir bem os contornos da jeba de sua vítima a medida que ia drenando a energia de seu pau facilmente. Pressionava desde a base até a cabeça do piru, sentindo bem toda a extensão, degustando cada centímetro de tabaco que sua vítima tinha.
chupar aquela energia estava delicioso, mas Luan teve outra ideia fabulosa, chupar dois tabacos ao mesmo tempo. Então levou a outra mão livre  no pacote de um mulatinho que estava ao seu lado. Ele estava com uma sunga azul bem preenchida. O seu tabaco grandinho e roliço estava bem marcado e visível e foi para ali que Luan dirigiu sua mão. Apalpou-o bem na frente da sunga, onde ele tinha todo aquele volume a começou a massagea-lo, pegando gostoso naquele piru ao comprido do sunga.
Agora estava pegando em dois tabacos, sugando dois pirus ao mesmo tempo. Era a 1ª vez que ele saboreava duas malas simultaneamente e estava uma delícia receber aquelas duas energias diferentes de uma vez só. Ele fechava os dedos na tabaco do malatinho de sunga azul e apertava pra sentir bem. Era muito macio ali a rola dele e nisso sugou muito tesão dos dois enquanto durou aquela brincadeira.
Em seguida resolveram brincar de cavalinho de guerra, sendo que um menino moreninho muito bonitinho, foi no cavalinho de Luan.
As suas duas mãos seguravam-no entre-laçadas abaixo das nádegas, mas ele pretendia enfiar sua mão entre as pernas do garoto para dar uma conferida no pacote. Então aos poucos uma das mãos foi vindo para frente e subindo, de modo a alcançar a região onde estava guardado o pacote do garoto. Como ele estava de pernas abertas, foi fácil chegar até lá. Sutilmente Luan começou a passar a mão, dando leves apalpadas enquanto ele se distraía na brincadeira.
Pegava no saco, sentia bem as bolas e pegava na rola do guri tb. Aproveitava para explorar bem todo o recheio da sunga dele. Ficou ali drenando rola um bom tempinho até que alguém caiu. Todos que iam em seu cavalinho, tinham o bilau apalpado e a mala massageada.
Chegou a hora de voltar a casa de praia, mas Luan estava levando consigo várias essências deliciosas que tinha chupado das malas daqueles meninos saborosos.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

CRIATURAS DO OUTRO MUNDO - Parte 1

Um grupo de cientistas acharam o meio de abrir um portal para outra dimensão. Organizaram um grupo que iria aquele universo paralelo para conhecê-lo. Um grupo de soldados e alguns cientistas.
Ao passarem pelo portal, chegam no outro mundo em um lugar muito semelhante a uma floresta e começam a andar para explorar. Aparentemente não havia vida animal ali, apenas plantas. Certo momento, resolveram acampar e um deles que incumbido de achar madeira saiu em busca da alguns pedaços para a fogueira.
Depois de uma certa distância e algum tempo já caminhando, ele houve um barulho e fica atento. Derrepente uma tromba aparece do nada e gruda na frente de sua calça, em cima do pacote e começa a sugar tabaco. Instintivamente ele bate naquele tentáculo com sua arma afim de remover aquilo. O tentáculo o solta e desaparece. Na seqüencia, outros aparecem, um se enrola na sua cintura, outro prende sua mão e em seguida, um outro gruda novamente na frente de sua calça, repetindo o que fez na vez anterior. O soldado sente uma certa pressão na região, como se aquilo estivesse tentando sugar o que tinha ali.
Ele tenta usar sua mão para remover o tentáculo, mas quanto mais ele tentava remover aquilo da frente de sua calça mais aquilo engolia o volume da sua mala. E o curioso, é que aquilo havia grudado bem onde estava o seu pau, mesmo que por cima da calça.
Podia sentir sua mala inteira sendo comprimida e tragada por aquela coisa que parecia estar chupando sua calça com muita força como se fosse um animal que não come a dias. Derrepente, começou a sentir um mau estar, como se suas forças estivessem se esvaindo. Ficou lutando com aquilo por algum tempo, enquanto a criatura continuava a fazer aquilo, embora não estivesse claro o que era.
Enquanto isso, o restante da equipe sentindo falta do companheiro, enviam um 2° homem para procurá-lo, um jovem de boa aparência e bom volume. Segue os rastros do desaparecido e chegando próximo ao local, é surpreendido também. Uma criatura se coloca diante dele. Paralisado pelo encontro inesperado com o desconhecido ele é atacado pelo tentáculo sanguessuga da criatura, que se fixa na frente de sua calça, exatamente em cima de seu pacote e começa a chupar tabaco dali. Um outro tentáculo se enrosca na sua cintura e outro no braço que segurava a arma o impedindo de usá-la antes mesmo de tentar.
Dentro daquela espécie de boca que grudara em seu pacote, ele sentia seu zíper sendo aberto e algo entrando e envolvendo o volume de sua cueca. Aquilo começou a chupar a sua mala mesmo por cima da cueca, iniciando uma sucção, como se fosse um bezerro mamando e se alimentando. Olhou para aquele tentáculo que a criatura usou para se conectar à sua calça e percebeu que ele estava se contraindo. Um grande volume se formou na extremidade fixada em sua calça e foi contraido pela tromba até chegar à criatura que praticamente engoliu o que acabara de chegar. Em seguida um outro volume se formou e também foi sugado por ela, de modo que várias ondas começaram a sair da calça do soldado em direção a criatura, como se fosse uma mangueira sugando alguma coisa.
Toda vez que um volume daquele se formava, ele sentia aquela sucção em sua mala aumentar e um certo desconforto. Podia-se ver aquela tromba se enchendo com alguma coisa e contraindo volume após volume para a criatura que parecia estar se fartando com aquilo.
Em alguns instantes ele começou a sentir uma sensação estranha, um leve cansaço e lhe veio a impressão de que a criatura estava lhe sugando. E ele estava certo, de fato a criatura estava se alimentando dele. Usava aquela tromba para poder absorver as essências de que necessitava de suas vítimas.
Ele tentava se soltar com a ajuda da mão que lhe restara, mas não conseguia pois os tentáculos eram muito fortes. A criatura não encontrava dificuldades para continuar mamando aquela cueca bem recheada, pois apenas com uma mão o jovem não conseguia se libertar. Ele era bem dotado e possuia um sacão, ou seja, um prato cheio para o monstro, que se fartava em tudo aquilo.
A muito tempo que aquela criatura não se alimentava e sugar aqueles 2 homens estava sendo saciador. Ela já havia consumido o soldado anterior completamente e agora lhe apareceu este que parecia ter muita coisa para drenar. Estava sendo uma ótima refeição.
Por mais esforço que fizesse, não conseguia se soltar. E ele já havia percebido que aquela tromba grudada ali na frente da sua calça estava absorvendo alguma coisa do seu corpo, pois se sentia mais fraco a cada sugada.
_Mas que droga, essa coisa parece estar se alimentando de mim. E essa tromba grudada na minha cueca, deve ser uma extensão da boca da criatura e eu sinto que está sugando o meu tabaco e as minhas bolas. Merda, hur...
O soldado se contraía muito, pois estava sendo literalmente consumido.
Enquanto isso o tentáculo drenava mais e mais aquele belo exemplar de macho. Aquele tentáculo chupava muito a cueca dele, mamando realmente como se fosse um bezerro morto de fome grudado ali, sugando vorazmente tudo o que conseguir. O recheio da cueca chegava a se comprimir te tanto ser apalpado e chupinhado pelas tragadas daquela espécie de boca.
Era como se a criatura estivesse interessada somente naquilo que o torna homem, na sua masculinidade propriamente dita. Prova disto era o que estava acontecendo, era como se aquela tromba estivesse ordenhando a mala dele, bem onde estavam o tabaco e o saco, sugando alguma coisa dali e que provavelmente era algo ligado a masculinidade dele, caso contrário não o sugaria justamente ali.
O rapaz já estava exausto, quase sem forças, nem lutava mais. Mas a criatura ainda estava grudada nele, sinal de que ainda tinha o que retirar dali.
Era visível o que aquele tentáculo estava fazendo, com volumes e mais volumes saindo da abertura na calça por onde a tromba se infiltrara para ter acesso a parte frontal da cueca do rapaz. Parecia uma mangueira transferindo alguma coisa do jovem para a criatura.
A criatura o ficou chupando mais um tempo até drenar todas as suas forças. Chupou aquele macho até a última gota. Não restando mais o que absorver dele o largou e desapareceu na mata.